A prestadora de
serviços foi acionada pelo MPT por diversas irregularidades
trabalhistas. A ação civil pública foi uma iniciativa do procurador do
Trabalho José Caetano dos Santos Filho.
Após esgotados todos os meios
possíveis para a cobrança da dívida em relação à devedora principal, o
MPT responsabilizou a Cagepa como devedora subsidiária que poderá,
posteriormente, postular o ressarcimento dos prejuízos causados pela
contratada.
Para o MPT, a administração pública, ao contratar
empresas prestadoras de serviço, deve selecionar cautelosamente aquelas
idôneas, já que está sujeita a arcar com o ônus de más escolhas.
O
procurador José Caetano lembra que o inadimplemento do empregador
originário dos terceirizados faz surgir sobre a administração pública a
responsabilidade subsidiária perante os créditos decorrentes da relação
de emprego, "por ser o ente público o real beneficiário da força laboral
dos obreiros".
O governo do estado aguarda a Assembleia
Legislativa votar o pedido para avalizar um empréstimo no valor de R$
150 milhões para sanar a dívida da Cagepa.
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