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| (Imagenm de vídeo que mostra policiais junto aos corpos)Foto:AP. |
Incidente pode estar relacionado a uso de drogas, segundo a polícia.
Suspeito, cujo nome não foi revelado, morreu baleado por policial.
A polícia de Miami
investigava nesta segunda-feira (28) as causas de um crime chocante
ocorrido no fim de semana, quando um homem nu comia o rosto de outro,
também nu, e em estado moribundo, e de quem arrancava os olhos e a carne
do rosto a mordidas, informaram meios de comunicação locais.
Do G1, com agências internacionais
O incidente pode ter vínculos com efeitos causados pelas drogas, disseram fontes policiais citadas pela imprensa local.
As autoridades não divulgaram os nomes dos envolvidos, e não haviam
divulgado até esta segunda-feira, feriado do Memorial Day nos Estados
Unidos, um relatório sobre o crime.
"O sujeito o estava desfigurando com a boca e gritei para que parasse,
mas ele continuou", disse Larry Vega ao Canal 7 local da rede Fox News.
"Foi uma das coisas mais horrendas que já vi."
O incidente ocorreu no sábado, na ponte da estrada MacArthur, que liga
Miami Beach ao centro da cidade, usada por carros e bicicletas que se
dirigem às praias. A região sob a ponte costuma servir de abrigo para
sem-teto e viciados em drogas.
Vega andava de bicicleta pelo trecho reservado a pedestres e ciclistas
paralelo à autoestrada quando viu a cena e avisou à polícia, que chegou
ao local e tentou conter o agressor. Ele morreu baleado porque não quis
parar de morder a vítima, segundo a polícia.
A vítima, sem os olhos e irreconhecível, foi internada em um hospital local.
Fontes policiais especulavam nesta segunda-feira se o criminoso poderia
estar sob o efeito de uma overdose de um novo componente do LSD, ou
sofrendo de uma psicose provocada por abuso de cocaína, que pode levar a
um comportamento homicida.
"Quando vemos esse tipo de conduta de pessoas nuas e que se tornam
violentas, é um indicativo de um delírio causado por overdose", disse
Armando Aguilar, um policial de Miami, ao Canal 7. A psicose gera um
grande calor no corpo e costuma levar as pessoas afetadas a ficarem nuas
para tentar se refrescar, indicou.
Do G1, com agências internacionais
