Marlene demonstrou tranquilidade em relação ao processo e garantiu todos os direitos ao candidato derrotado.
A reitora disse ainda que cabe a
José Cristovão provar que houve essas irregularidades. E aconselhou o
candidato a assumir sua derrota, já que teria perdido por uma “diferença
estúpida”.
- Acho que cabe a quem acusa o ônus da prova. Ele participou de um
processo eleitoral de uma comunidade universitária. Eu acho perigoso o
que ele está fazendo, ninguém pode sair acusando ninguém. O candidato
perdeu por uma diferença estúpida. No entanto, cabe a ele provar as
acusações que está fazendo. Se eu fosse ele, assumiria a derrota. Ele
perdeu por uma diferença de 30 pontos percentuais. No Campus de João
Pessoa, ele não teve um voto. Mas se ele quer lutar pelos seus direitos
que apresente a banca eleitoral e o conselho universitário.
A reitora alega que preferiu nem fazer campanha para o seu candidato,
embora este fosse um direito que lhe cabia.
- Se tive um estudante que diga que eu entrei em uma sala de aula para
pedir voto, não vai ter. E olhe que eu podia fazer isso, sair de sala em
sala pedindo voto para o meu candidato, mas eu preferi não fazer. A
rigor, do meu ponto de vista, o candidato precisa ter uma dimensão do
quanto ele está expondo seus colegas, pois, ele está dizendo, por
exemplo, que mais de 400 votos de professore foram comprados.
Por fim, Marlene afirmou que o candidato terá todos os seus direitos
garantidos e que quando o a comissão eleitoral enviar o relatório final
para o Conselho Universitário, as indagações do candidato serão
avaliadas.
ParlamentoPB
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