quinta-feira, 31 de maio de 2012

Após rebeliões, governo da Paraíba vistoria presídios e calcula prejuízos causados pelos apenados.

Click Monteiro | 15:11 |


Após as rebeliões, que duraram 18 horas, no Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, mais conhecido como PB1 e PB2, e na penitenciária Flósculo da Nóbrega, o Roger, em João Pessoa,  o tenente-coronel Arnaldo Sobrinho, gerente executivo do Sistema Penitenciário da Paraíba, realiza nesta quinta-feira (31) uma vistoria para avaliar os prejuízos causados pelos detentos nas duas unidades prisionais.
 
 
O diretor do Complexo PB1 e PB2, capitão Sérgio Fonseca, disse que os detentos destruíram três dos quatro pavilhões do local: “eles acabaram a parte interna, mas não conseguiram sair dos pavilhões”. O diretor disse ainda que os detentos estão abrigados na área de emergência do complexo.


Atualmente a penitenciária abriga cerca de 700 detentos. Durante um operação pente fino, a polícia apreendeu bananas de dinamite no PB1. Os detentos utilizaram partes das grades para dificultar a entrada da polícia nos pavilhões. 
 
As visitas previstas para acontecerem na sexta-feira (1º) e domingo (3) estão suspensas por tempo indeterminado no complexo.
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