Após
as rebeliões, que duraram 18 horas, no Complexo Penitenciário de
Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, mais conhecido como PB1 e
PB2, e na penitenciária Flósculo da Nóbrega, o Roger, em João Pessoa, o
tenente-coronel Arnaldo Sobrinho, gerente executivo do Sistema
Penitenciário da Paraíba, realiza nesta quinta-feira (31) uma vistoria
para avaliar os prejuízos causados pelos detentos nas duas unidades
prisionais.
O
diretor do Complexo PB1 e PB2, capitão Sérgio Fonseca, disse que os
detentos destruíram três dos quatro pavilhões do local: “eles acabaram a
parte interna, mas não conseguiram sair dos pavilhões”. O diretor disse
ainda que os detentos estão abrigados na área de emergência do
complexo.
Atualmente
a penitenciária abriga cerca de 700 detentos. Durante um operação pente
fino, a polícia apreendeu bananas de dinamite no PB1. Os detentos
utilizaram partes das grades para dificultar a entrada da polícia nos
pavilhões.
As visitas previstas para acontecerem na sexta-feira (1º) e
domingo (3) estão suspensas por tempo indeterminado no complexo.
