“Por sorte, não aconteceu uma tragédia com os
agentes”, disse o repórter de TV em João Pessoa.
Uma dinamite foi acionada e jogada na direção dos agentes
penitenciários do presídio PB1, quando os apenados iniciaram uma
rebelião naquela unidade penal. O dispositivo só não explodiu diante dos
agentes porque caiu na água.
Esse foi o relato de repórteres da TV Arapuan, no programa Cidade em
Ação, apresentado pelo jornalista Jonas Batista. “Por sorte, não
aconteceu uma tragédia com os agentes”, disse o repórter.
Inevitavelmente, o leitor é levado a se perguntar “como entra uma dinamite num presídio?” A pergunta [já dissemos outras vezes] é ultrapassada e deve ser substituída por “o que fazer para não entrar?” A resposta nós já temos. Você não?
Clique e veja. Aqui não entram dinamites. Aqui está a salvação!
Ah, não podemos esquecer: essa balbúrdia nos presídios brasileiros
(paraibanos, especialmente) só vai acabar quando os agentes saírem da
responsabilidade interna das unidades penais e
assumirem apenas as escoltas e as guaritas (ou seja, BEM LONGE dos
presos). Presos e agentes são água e óleo. JAMAIS existirá
‘ressocialização’ com essas duas peças lado a lado.
Ou alguém acha que os reeducandos explodiriam uma dinamite num grupo de religiosos [por exemplo] que só querem o seu bem?
A grande imprensa ainda não se deu conta disso?
*A foto é ilustrativa. A tensão de quem trabalha contra criminosos e seus defensores é real.
ParaibaemQAP