Ele havia sido preso preventivamente em março, e suas
tentativas de obter liberdade e habeas-corpus foram negadas.
Logo, ele
permanece na Penitenciária Estadual de Rio Grande (Perg). As informações
são do jornal Zero Hora.
De acordo com os relatos de
pacientes à polícia, Castro dopava as vítimas durante exames para o
tratamento de varizes. Com elas semiconscientes, praticava o ato sexual.
Para a promotora Nathália Swoboda Calvo, a decisão atende o interesse
do Ministério Público e dá à população a segurança da ação da Justiça.
O
advogado do médico, Aury Lopes Júnior, diz que o cliente é inocente e
vai recorrer da decisão.
Jornal do Brasil
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