Em
nota, encaminhada neste sábado (20), a Prefeitura Municipal de João
Pessoa diz que está apurando as denúncias de suposto tráfico de drogas e
armas em ambulâncias do Samu veiculada na revista Época, mas um detalhe
acaba chamando mais ainda a atenção para o escândalo, já que a
prefeitura tenta convencer, através de sua nota, que o servidor Gilmore
Lins não seria coordenador do SAMU, o que acaba sendo desmentido pelo
facebook do próprio funcionário público.
A
Secretaria de Saúde de João Pessoa (SMS-JP) abriu processo
administrativo desde o mês de agosto para apurar denúncias formuladas
pelo motorista socorrista Valdemir Santos Evaristo, do Serviço de
Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da Região Metropolitana de João
Pessoa, tão logo o servidor comunicou as suspeitas a secretaria.
O funcionário Gilmore Lins, responsável pelo regime de plantões do
Serviço, já foi afastado das suas funções.
As medidas foram tomadas mesmo sem a abertura de inquérito por parte da Polícia Federal, que ainda não decidiu se os argumentos apresentados pelo denunciante se constituem de material suficiente para abertura de procedimento investigativo, conforme a corporação informou formalmente à SMS.
O motorista socorrista denunciou suposto esquema de vendas de plantões entre funcionários do Samu na Capital paraibana. O motorista alegou ainda que as ambulâncias seriam usadas para outros fins, que não apenas prestar socorro.
A revista Época publicou matéria sobre o caso, nessa sexta-feira (20), na qual afirma que a SMS deu respostas contraditórias às denúncias formuladas por Evaristo. Mas a informação é a mesma que foi dita anteriormente à revista: a Polícia Federal (PF) notificou a secretaria para que prestasse informações a respeito de denúncia relacionada ao Samu; as informações foram repassadas pelo próprio Samu à PF, e a secretaria aguarda um parecer da corporação sobre abertura ou não um inquérito. Além disso, a SMS afastou os funcionários envolvidos, que hoje sofrem processo administrativo interno.
Na reportagem há ainda um equívoco: os repórteres citam o funcionário Gilmore Lins como sendo coordenador administrativo do Samu de João Pessoa. Mas ele era responsável pela escala de plantões, não pela coordenação administrativa do serviço.
As medidas foram tomadas mesmo sem a abertura de inquérito por parte da Polícia Federal, que ainda não decidiu se os argumentos apresentados pelo denunciante se constituem de material suficiente para abertura de procedimento investigativo, conforme a corporação informou formalmente à SMS.
O motorista socorrista denunciou suposto esquema de vendas de plantões entre funcionários do Samu na Capital paraibana. O motorista alegou ainda que as ambulâncias seriam usadas para outros fins, que não apenas prestar socorro.
A revista Época publicou matéria sobre o caso, nessa sexta-feira (20), na qual afirma que a SMS deu respostas contraditórias às denúncias formuladas por Evaristo. Mas a informação é a mesma que foi dita anteriormente à revista: a Polícia Federal (PF) notificou a secretaria para que prestasse informações a respeito de denúncia relacionada ao Samu; as informações foram repassadas pelo próprio Samu à PF, e a secretaria aguarda um parecer da corporação sobre abertura ou não um inquérito. Além disso, a SMS afastou os funcionários envolvidos, que hoje sofrem processo administrativo interno.
Na reportagem há ainda um equívoco: os repórteres citam o funcionário Gilmore Lins como sendo coordenador administrativo do Samu de João Pessoa. Mas ele era responsável pela escala de plantões, não pela coordenação administrativa do serviço.
Fonte:ClickPb
