sábado, 20 de outubro de 2012

Nota da Prefeitura de JP mente? Facebook de servidor confirma sua função no SAMU

Click Monteiro | 19:57 |
Em nota, encaminhada neste sábado (20), a Prefeitura Municipal de João Pessoa diz que está apurando as denúncias de suposto tráfico de drogas e armas em ambulâncias do Samu veiculada na revista Época, mas um detalhe acaba chamando mais ainda a atenção para o escândalo, já que a prefeitura tenta convencer, através de sua nota, que o servidor Gilmore Lins não seria coordenador do SAMU, o que acaba sendo desmentido pelo facebook do próprio funcionário público.

Segue a nota:

A Secretaria de Saúde de João Pessoa (SMS-JP) abriu processo administrativo desde o mês de agosto para apurar denúncias formuladas pelo motorista socorrista Valdemir Santos Evaristo, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da Região Metropolitana de João Pessoa, tão logo o servidor comunicou as suspeitas a secretaria. O funcionário Gilmore Lins, responsável pelo regime de plantões do Serviço, já foi afastado das suas funções.

As medidas foram tomadas mesmo sem a abertura de inquérito por parte da Polícia Federal, que ainda não decidiu se os argumentos apresentados pelo denunciante se constituem de material suficiente para abertura de procedimento investigativo, conforme a corporação informou formalmente à SMS.

O motorista socorrista denunciou suposto esquema de vendas de plantões entre funcionários do Samu na Capital paraibana. O motorista alegou ainda que as ambulâncias seriam usadas para outros fins, que não apenas prestar socorro.

A revista Época publicou matéria sobre o caso, nessa sexta-feira (20), na qual afirma que a SMS deu respostas contraditórias às denúncias formuladas por Evaristo. Mas a informação é a mesma que foi dita anteriormente à revista: a Polícia Federal (PF) notificou a secretaria para que prestasse informações a respeito de denúncia relacionada ao Samu; as informações foram repassadas pelo próprio Samu à PF, e a secretaria aguarda um parecer da corporação sobre abertura ou não um inquérito. Além disso, a SMS afastou os funcionários envolvidos, que hoje sofrem processo administrativo interno.

Na reportagem há ainda um equívoco: os repórteres citam o funcionário Gilmore Lins como sendo coordenador administrativo do Samu de João Pessoa. Mas ele era responsável pela escala de plantões, não pela coordenação administrativa do serviço.

Fonte:ClickPb
Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

Search

Tecnologia do Blogger.

Blogroll

About