Mulher se submeteu a uma cesárea de urgência, mas hospital alega que mulher tinha gravidez psicológica
Rosângela alega ter feito vários exames que comprovavam a gravidez
Um procedimento comum em hospitais e maternidades do Brasil se tornou um caso de polícia em Americana, no interior de São Paulo. Uma mulher se submeteu a uma cesárea, mas foi informada de que não teria o bebê. Segundo os médicos, ela não estava grávida.
O caso ocorreu no hospital Unimed. Rosângela Aparecida dos Anjos, de 20 anos, se dirigiu à unidade para se submeter a uma cesárea de emergência para salvar o bebê. Após a cirurgia, ela foi informada de que ela apenas sofria de “gravidez psicológica”.
No entanto, Rosângela afirmou que passou meses realizando exames e que foi acompanhada por dois ginecologistas. A Delegacia de Mulher de Americana abriu inquérito para investigação do caso.
O hospital da Unimed de Americana diz que a jovem deu entrada com quadro clínico de “sofrimento fetal intenso” e que por isso foi levada ao centro cirúrgico para uma cesárea de urgência. Ainda segundo a Unimed, uma sindicância interna foi aberta para apurar o caso.
O caso ocorreu no hospital Unimed. Rosângela Aparecida dos Anjos, de 20 anos, se dirigiu à unidade para se submeter a uma cesárea de emergência para salvar o bebê. Após a cirurgia, ela foi informada de que ela apenas sofria de “gravidez psicológica”.
No entanto, Rosângela afirmou que passou meses realizando exames e que foi acompanhada por dois ginecologistas. A Delegacia de Mulher de Americana abriu inquérito para investigação do caso.
O hospital da Unimed de Americana diz que a jovem deu entrada com quadro clínico de “sofrimento fetal intenso” e que por isso foi levada ao centro cirúrgico para uma cesárea de urgência. Ainda segundo a Unimed, uma sindicância interna foi aberta para apurar o caso.
Da Redação noticias@band.com.br