terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Salvo pelo colete: “Não aponta essa arma para mim porque eu não sou bandido!” Será?...

Click Monteiro | 19:26 |
(Foto: G1)
Mais um caso para justificar qualquer procedimento de segurança usado por policiais. 

Queira o ‘cidadão de bem’ ou não.
 

Na tarde dessa sexta-feira (30), policiais militares do Espírito Santo faziam uma blitz na capital Vitória, quando foram baleados por dois homens em uma moto.

A dupla recebeu o aceno de um dos PMs para parar o veículo. O condutor reduziu a velocidade da motocicleta, mas o objeto era outro: facilitar o enquadramento do alvo. O garupa sacou uma pistola e efetuou vários disparos contra os PMs.

Oito policiais participavam da blitz. Dois foram alvejados nos braços e pernas e não correm risco de morte. Os bandidos fugiram.

Se houvesse uma guarnição posicionada mais à frente (e composta por policiais menos complexados pela ação contundente de que defende tanto os bandidos), talvez a dupla da moto tivesse tombado ali mesmo, com o verdadeiro tratamento que deve ser dado a quem atira contra policiais.

Como não sabemos exatamente como tudo ocorreu (lembre-se: só sabe quem estava lá!), fiquemos apenas no campo das ideias. E na esperança de que um dia o Brasil saiba tratar os criminosos de acordo com seus respectivos graus de periculosidade.

Em tempo: não reclame de policiais que fazem de tudo para se proteger. Não está escrito na testa de ninguém quem é bandido ou não.


ParaibaemQAP

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