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| (Imagem Youtube) |
E se em vez do carro particular fosse uma viatura da polícia?...
Dois bandidos invadem um plantão de vendas e roubam celulares e computadores do estabelecimento. Saem com o material roubado, mas não percebem que um dos corretores os perseguia de carro.
Quando a dupla de assaltantes sobe na moto, que estava estacionada um pouco afastada do imóvel roubado, o corretor bate de frente na motocicleta. Os ladrões são arremessados longe, mas ‘batem a poeira’ e saem correndo. Um deles foi capturado.
Pela violência com que o carro colide na moto, fica claro que a intenção da vítima roubada era, no mínimo, ‘machucar’ os assaltantes. Mas como a pessoa assaltada se trata de um cidadão do povo, quase ninguém reprova essa conduta. É mais fácil a população dizer “bem feito, quem mandou roubar?”
Porém, o corretor poderia ter matado os assaltantes. Não caberia aí legítima defesa, porque os ladrões já estavam em fuga e não oferecia riscos à vida do assaltado. O corretor foi quem pôs em risco duas vidas. Quem do povo condenaria a vítima do assalto, se os ladrões viessem a óbito?
Não, não estamos com “pena de bandido”. Estamos tentando imaginar o que seria de uma guarnição policial, se uma viatura, para evitar um assalto, atropelasse e matasse dois acusados.
Também não estamos defendendo que a polícia saia matando assaltantes. Mas bem que o cidadão, que tanto reclama dos exageros policiais, poderia dar o exemplo.Veja vídeo:
ParaibaemQAP
