Suspeitos têm relação com crimes ocorridos desde segunda-feira; outros 16 são procurados
Um
total de 46 suspeitos foram presos até as 7h desta sexta-feira, 16, por
envolvimento na onda de ataques que ocorre em Santa Catarina desde
segunda-feira, 12.
Outras 16 pessoas são procuradas e três morreram em
confrontos com as forças de segurança no período, segundo balanço da
Secretaria Estadual de Segurança Pública.
Os
detidos são responsáveis por incendiar ônibus, carros, órgãos públicos e
atacar bases das polícias militar, civil e da Guarda Municipal em
diversas cidades. Os atentados se repetiram entre a noite de
quinta-feira e a manhã desta sexta, em seu quinto dia consecutivo.
Ao
menos oito novos casos foram registrados, de acordo com o jornal Diário
Catarinense. Eles ocorreram em Florianópolis, São José, Tijucas,
Criciúma, Navegantes e Itapema.
Mais
um carro e seis ônibus foram queimados, o último nesta manhã, na rodovia
SC-407, em São José, na Grande Florianópolis. Uma fábrica de cordas foi
incendiada, em Navegantes, onde testemunhas disseram à polícia ter
visto um grupo de dez homens carregando galões perto do local.
Em
Tijucas, dois suspeitos foram mortos pela Polícia Militar por volta das
23h de quinta-feira após uma troca de tiros, de acordo com o Diário.
Eles estariam planejando o assassinato de policiais, em resposta à morte
de um criminoso em Itapema na quarta-feira.
Em
Criciúma, um homem foi baleado e três adolescentes foram detidos após
mais uma troca de tiros, no bairro de Tereza Cristina. O confronto teria
começado depois que uma viatura da PM foi alvejada.
Veja também:
Ordem para ataques partiu de presídios
Ataques mudam rotina de catarinenses
Estadão.com.br
Estadão.com.br
