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| Foto: divulgação |
Horários e trajetos e ônibus foram alterados. Os motoristas de transporte coletivo só deixam o trabalho com escolta policial.
Mais uma base da PM e um presidio foram alvos de tiros nesse domingo (18), na sexta noite de ataques no estado de Santa Catarina.
No mês passado, uma agente penitenciária esposa de um diretor de presidio foi assassinada. O diretor perdeu a mulher e abandonou o cargo.
Isso é um pouco do que pôde ser apurado pela imprensa do Sul/Sudeste a respeito dessa onda de ataques naquele estado. É óbvio que os governos e seus setores de inteligência sabem muito mais do que há por vir.
De acordo com o que foi publicado pelas polícias catarinenses, as ordens para os ataques em Santa Catarina partiram de presídios, onde facções dominantes já estão ligados ao PCC – Primeiro Comando da Capital –, o grupo criminoso paulista que há muito tempo põe de joelhos a nossa Presidência da República, os senadores, os deputados federais e os governadores deste país.
E com a indispensável ajuda de algumas correntes ditas humanistas e religiosas. É graças a esse forte apoio incondicional, aliado à inércia governamental, que as facções assassinas vêm cada dia mais ganhando força no Brasil.
E aqui?
Você que é “cidadão comum” paraibano e não se enquadra AINDA na condição de primeiro alvo dessas gangues, fique atento: em São Paulo, os ataques começaram contra os profissionais da segurança pública e já se estendem para a população.
Aqui na Paraíba ainda não começou um ataque sistemático contra a polícia, embora o assassinato do sargento Jeferson em Campina Grande seja um grande sinal de que os bandidos não estão para brincadeira.
Aí fica a escolha: ou o povo entra nessa guerra apoiando suas polícias, ou esse mesmo povo – VOCÊ, cidadão comum – irá experimentar o desfecho de tudo isso em questão de dias.
A tendência é essa.
ParaibaemQAP
