A classe entende que a saúde pública do Estado e da capital está sofrendo por falta de gestão do poder público.
Eles pediram a abertura de canal permanente de negociação com o município; reestruturação das unidades de saúde; hierarquização e descentralização do sistema de saúde municipal; revitalização do Conselho Municipal de Saúde; bem como a revisão e implantação dos planos de carreira, cargos e remuneração e a criação de polos de excelência nos bairros da cidade.
Também solicitaram que o novo gestor possa indicar para a Secretaria de Saúde um auxiliar antenado com a problemática da pasta e com livre trânsito dentre as categorias que compõem a saúde municipal. A Associação dos Médicos informou que de 1997 a 2007 o governo federal triplicou os recursos, mas eles continuam representando menos de 2%do PIB nacional.
“A falta de financiamento explica o caos no setor, que atende a 150
milhões de usuários do SUS”, informa o documento apresentado ao
prefeiturável.
Os médicos denunciaram que o sistema está totalmente precário, faltando medicamentos básicos e especiais, leitos e com equipamentos em estado de deteriorização. Eles destacaram também a defasagem no quadro de pessoal e a desmotivação dos trabalhadores.
Os médicos denunciaram que o sistema está totalmente precário, faltando medicamentos básicos e especiais, leitos e com equipamentos em estado de deteriorização. Eles destacaram também a defasagem no quadro de pessoal e a desmotivação dos trabalhadores.
“A rede municipal de saúde apresenta desafios e problemas em aspectos
importantes de suas unidades e serviços prestados, maternidades fechadas
e os PSFs em estado lastimável de conservação, problemas que levam à
penalização dos usuários”, destacou a carta dos médicos.
“Concordo com todos os itens desse documento. O importante para o candidato não é fazer proposta, mas poder conversar e colher sugestões de todas as classes da sociedade para elaborar um plano dentro da realidade do município”, sublinhou o candidato do PMDB.
“Concordo com todos os itens desse documento. O importante para o candidato não é fazer proposta, mas poder conversar e colher sugestões de todas as classes da sociedade para elaborar um plano dentro da realidade do município”, sublinhou o candidato do PMDB.
Zé Maranhão ressaltou que fez um governo operoso no Estado e que pretende fazer o mesmo à frente da Prefeitura de João Pessoa.
“Fizemos mais de 12 unidades de saúde. Dois hospitais de trauma, um aqui e outro em Campina Grande, sem falar nas reformas e reestruturações nos hospitais de vários municípios da Paraíba e dos serviços que inauguramos, como cardiológico, renal, de córnea, entre outros. Colocamos o Estado na vanguarda da saúde pública”, observou.
Ele criticou a falta de investimento no setor e disse que tem presenciado a calamidade em que se encontra uma das áreas prioritárias da gestão pública.
“É como se não houvesse obrigação, como se eles não precisassem prestar
contas aos órgãos fiscalizadores e a população. Eles não dão a menor
satisfação. Nunca vi governante ou governantes se mostrarem assim,
verdadeiros deuses, mas sequer deuses falsos eles são. Eles subestimam a
capacidade de reação da população”, colocou o peemedebista ao se
referir aos gestores do Estado e do Município.“Fizemos mais de 12 unidades de saúde. Dois hospitais de trauma, um aqui e outro em Campina Grande, sem falar nas reformas e reestruturações nos hospitais de vários municípios da Paraíba e dos serviços que inauguramos, como cardiológico, renal, de córnea, entre outros. Colocamos o Estado na vanguarda da saúde pública”, observou.
Ele criticou a falta de investimento no setor e disse que tem presenciado a calamidade em que se encontra uma das áreas prioritárias da gestão pública.
Fonte: Da Redação com Ascom
