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| Foto:Divulgação. |
As denúncias de estupro na Cadeia Pública formuladas por duas irmãs na última terça-feira (10) pode ter sido uma armação para incriminar um policial e dois agentes penitenciários que prestam serviços naquela unidade prisional.
A informação foi obtida com EXCLUSIVIDADE no início da noite desta quarta-feira (11) pelo Portal VITRINE DO CARIRI, mas ainda não confirmada pelo Promotor Eduardo Mayer, que continua ouvindo o depoimento de todos os envolvidos e só deverá se pronunciar após a conclusão de todo o procedimento judicial.
Segundo a denúncia formulada pelas duas irmãs, elas teriam sofrido abuso sexual por parte de um policial militar e dois agentes penitenciários quando tentavam visitar o pai que está detido na cadeia pública de Sumé, cidade localizada a cerca de 281km de João Pessoa.
As denunciantes são uma jovem de 18 anos e uma adolescente de 17, que inclusive está grávida. A denúncia é de que as garotas teriam sofrido os abusos no dia 3 de abril. Um dos agentes teria segurado a menor de idade à força, enquanto o outro dava cobertura. Já a maior de idade teria sido levada para a sala da direção da cadeia pelo policial militar.
Segundo informações obtidas pelo Portal VITRINE DO CARIRI, as duas irmãs revelaram no final da tarde que tudo não teria passado de uma armação, mas estariam com medo de contar a verdade devido à repercussão que o caso ganhou em toda a Paraíba.
Porém, não sabiam as irmãs que as declarações delas estavam sendo gravadas por um aparelho celular que já está de posse de alguns policiais e deverá ser entregue ao Promotor Eduardo Mayer que está investigando o caso.
Há informações de que o Diretor da Cadeia, Alberto Limonta, teria participação na armação e sua exoneração poderá ser publicada nas próximas 48 horas.
VITRINE DO CARIRI
ParaíbaemQAP
