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| (Imagem ilustrativa-da internet) |
Promotora e Polícia Civil esperam exames para tomar providências.
Família é suspeita de omitir cuidados ao bebê que morreu em hospital.
O laudo que poderá informar as causas da morte de um bebê recém-nascido
em hospital de na Paraíba deverá ser entregue em nove dias à Polícia
Civil e à Promotoria da Infância de Monteiro, cidade no Cariri, onde a
criança nasceu.
Quando a família procurou o Hospital de Trauma de Campina Grande, informou que a menina, com menos de um mês de vida, teria sofrido uma queda da cama. Em seguida, surgiu a versão de que a irmã, de apenas quatro anos de idade, teria provocado o acidente por ciúmes. Devido às suspeitas de maus tratos ou omissão de cuidados por parte dos pais, a delegacia de Monteiro e o Ministério Público abriram procedimentos para investigar a conduta da família.
Do G1 PB
Quando a família procurou o Hospital de Trauma de Campina Grande, informou que a menina, com menos de um mês de vida, teria sofrido uma queda da cama. Em seguida, surgiu a versão de que a irmã, de apenas quatro anos de idade, teria provocado o acidente por ciúmes. Devido às suspeitas de maus tratos ou omissão de cuidados por parte dos pais, a delegacia de Monteiro e o Ministério Público abriram procedimentos para investigar a conduta da família.
O bebê morreu na tarde do domingo (22), depois de passar oito dias
internado na Unidade de Terapia Intensiva Infantil. Segundo o diretor
técnico do hospital, Flawber Cruz, o corpo apresentava politraumatismo,
com lesões no abdômen, crânio e tórax, além de quadro de desnutrição e
desidratação. Ele informou que os indícios levam a suspeitas de agressão
física.
A promotora da Infância e Monteiro, Cláudia Bezerra, acompanha o caso
desde que o bebê foi internado e espera o resultado dos laudos para
avaliar medidas protetivas em relação às outras duas crianças, de quatro
e dois anos de idade. “Aguardamos o laudo da necrópsia para averiguar
as causas da morte. Caso seja confirmada, tramitamos paralelamente uma
investigação que pode dar início a um inquérito civil público, se houver
maus tratos ou omissão de cuidados quanto às outras duas crianças”,
disse.
Do G1 PB
