O Presidente da Câmara Municipal de Monteiro, o vereador Paulo Sérgio,
negou veementemente a notícia publicada na última sexta-feira, 1º de
junho, onde o empresário monteirense Ronaldo Borges afirma que será
candidato a vice na chapa de Edna Henrique com o apoio do vereador.
Paulo Sérgio viu o fato como mais uma notícia infundada por aqueles que são verdadeiros ‘portadores da discórdia’ de Monteiro, e ainda mostrou seu descontentamento com uma minoria da oposição que está trabalhando contra sua candidatura, e reafirmou mais uma vez que é pré-candidato a prefeito de Monteiro.
“É muito chato você ter que vir a público se explicar de uma coisa que você não faz parte. Não se ouve as duas partes para confrontar a história e saber o que realmente tem de verdade, e merece ser noticiado. Tenho uma amizade com Ronaldo Borges de longas datas, mas não sei de onde saiu essa idéia. Se realmente ele falou, não sei qual a finalidade dessas noticias. Não falei em momento algum o que foi escrito. Se querem fazer campanha pró-Ronaldo, que façam, estão no direito mais acredito firmemente que ele não seria irresponsável para afirmar tal coisa e tentar me prejudicar. Por favor não incluam meu nome em planos de campanha de outros. Não sou homem de mandar recado. Se eu sou candidato de oposição como apoiaria um candidato a vice, em outra chapa de situação. Realmente é de nos irritar tamanha aberração.
O vereador do PPL reafirmou sua candidatura como oposição, e se mostrou triste com algumas pessoas que fazem um plano de governo na prática bem diferente do que é publicado.
“Nos últimos dias, em especial, desde o último domingo. Tenho sido criticado por uma minoria que “hoje” se dizem donos da verdade. Tenho sido fiel e correto ao grupo liderado pelo ex-prefeito Carlos Batinga desde 2007. Votei em todos os candidatos do grupo. Na última eleição, apenas para deputado estadual, que votei em Quintans, pois sou grato a quem foi justo comigo e todos sabem o que fez por mim, e pelo próprio grupo de oposição em 2008.
Foi um voto de gratidão. Tivemos duas eleições de mesa diretora na Câmara Municipal que todos lembram (ou não querem lembrar) a dificuldade que enfrentamos. Mostramos que o dinheiro não resolve, quando o homem tem caráter e uma postura digna. É lamentável, que uma minoria, que infelizmente tem trabalhado contra nós monteirenses. São as mesmas pessoas que detonaram o nome de Dra. Lourdinha na eleição passada.
Se ser oposição é fazer baderna, sinceramente, eu não sou oposição. Tenho tido uma postura dentro deste grupo, de muito compromisso desde a primeira conversa com Lourdinha e Batinga em 2007. Não será por causa de aventureiros, ou meia dúzia de aproveitadores que mudarei minha postura. Sou Presidente de um poder e quem dirige um parlamento deve comportar-se como magistrado. Tenho criticado administrativamente a administração atual no que entendo que tem que ser criticado.
Cada um tem sua maneira, e forma de expressar sua insatisfação. No meu caso não irei baixar o nível. Não é porque sou candidato de oposição que vou tirar todo meu tempo para tecer criticas a quem quer que seja. O povo não quer saber de criticas. O povo quer saber quem tem a solução. Quem está apto a mudar o quadro. Quem realmente tem um projeto para o desenvolvimento de Monteiro. Esse é o ponto a ser discutido", ressaltou o parlamentar.
Paulo reafirmou sua candidatura, e ressaltou que é candidato porque Batinga afirmou que caso não fosse candidato, o apoiaria.
“Nunca me lancei como candidato, nunca fiz campanha em prol do meu nome. Só o fiz, após receber sinal verde de Batinga ao me afirmar que não seria candidato. Sou do PPL, contamos com três vereadores no partido, e mais um do PMDB onde temos nos mantido unidos diante de inúmeras dificuldades, dentre elas, a financeira, onde juntos mostramos que somos mais fortes. E ainda mais com o nosso líder político afirmando que caso não fosse candidato o nome de sua preferência seria nosso. Batinga me falou: “não sou candidato, pode cair em campo”. Foi o que eu fiz. Não vejo porque não lançarmos candidatura e não confiar no povo de bem de Monteiro para um desfecho favorável.
Temos um plano de grupo, essa é a nossa diferença. E reafirmo também que caso um do grupo, que passou todo o processo junto conosco tenha a pretensão de se lançar candidato, tem o meu apoio. A receita para chegar a um final de pleito vitorioso é a nossa união. Esse é o meu posicionamento. Como tem sido desde o princípio de todo esse processo. Infelizmente para uns entenderem isso, são necessários outros caminhos. Que não usarei. Espero que tenha sido claro dessa vez”, encerrou Paulo Sérgio.
Paulo Sérgio viu o fato como mais uma notícia infundada por aqueles que são verdadeiros ‘portadores da discórdia’ de Monteiro, e ainda mostrou seu descontentamento com uma minoria da oposição que está trabalhando contra sua candidatura, e reafirmou mais uma vez que é pré-candidato a prefeito de Monteiro.
“É muito chato você ter que vir a público se explicar de uma coisa que você não faz parte. Não se ouve as duas partes para confrontar a história e saber o que realmente tem de verdade, e merece ser noticiado. Tenho uma amizade com Ronaldo Borges de longas datas, mas não sei de onde saiu essa idéia. Se realmente ele falou, não sei qual a finalidade dessas noticias. Não falei em momento algum o que foi escrito. Se querem fazer campanha pró-Ronaldo, que façam, estão no direito mais acredito firmemente que ele não seria irresponsável para afirmar tal coisa e tentar me prejudicar. Por favor não incluam meu nome em planos de campanha de outros. Não sou homem de mandar recado. Se eu sou candidato de oposição como apoiaria um candidato a vice, em outra chapa de situação. Realmente é de nos irritar tamanha aberração.
O vereador do PPL reafirmou sua candidatura como oposição, e se mostrou triste com algumas pessoas que fazem um plano de governo na prática bem diferente do que é publicado.
“Nos últimos dias, em especial, desde o último domingo. Tenho sido criticado por uma minoria que “hoje” se dizem donos da verdade. Tenho sido fiel e correto ao grupo liderado pelo ex-prefeito Carlos Batinga desde 2007. Votei em todos os candidatos do grupo. Na última eleição, apenas para deputado estadual, que votei em Quintans, pois sou grato a quem foi justo comigo e todos sabem o que fez por mim, e pelo próprio grupo de oposição em 2008.
Foi um voto de gratidão. Tivemos duas eleições de mesa diretora na Câmara Municipal que todos lembram (ou não querem lembrar) a dificuldade que enfrentamos. Mostramos que o dinheiro não resolve, quando o homem tem caráter e uma postura digna. É lamentável, que uma minoria, que infelizmente tem trabalhado contra nós monteirenses. São as mesmas pessoas que detonaram o nome de Dra. Lourdinha na eleição passada.
Se ser oposição é fazer baderna, sinceramente, eu não sou oposição. Tenho tido uma postura dentro deste grupo, de muito compromisso desde a primeira conversa com Lourdinha e Batinga em 2007. Não será por causa de aventureiros, ou meia dúzia de aproveitadores que mudarei minha postura. Sou Presidente de um poder e quem dirige um parlamento deve comportar-se como magistrado. Tenho criticado administrativamente a administração atual no que entendo que tem que ser criticado.
Cada um tem sua maneira, e forma de expressar sua insatisfação. No meu caso não irei baixar o nível. Não é porque sou candidato de oposição que vou tirar todo meu tempo para tecer criticas a quem quer que seja. O povo não quer saber de criticas. O povo quer saber quem tem a solução. Quem está apto a mudar o quadro. Quem realmente tem um projeto para o desenvolvimento de Monteiro. Esse é o ponto a ser discutido", ressaltou o parlamentar.
Paulo reafirmou sua candidatura, e ressaltou que é candidato porque Batinga afirmou que caso não fosse candidato, o apoiaria.
“Nunca me lancei como candidato, nunca fiz campanha em prol do meu nome. Só o fiz, após receber sinal verde de Batinga ao me afirmar que não seria candidato. Sou do PPL, contamos com três vereadores no partido, e mais um do PMDB onde temos nos mantido unidos diante de inúmeras dificuldades, dentre elas, a financeira, onde juntos mostramos que somos mais fortes. E ainda mais com o nosso líder político afirmando que caso não fosse candidato o nome de sua preferência seria nosso. Batinga me falou: “não sou candidato, pode cair em campo”. Foi o que eu fiz. Não vejo porque não lançarmos candidatura e não confiar no povo de bem de Monteiro para um desfecho favorável.
Temos um plano de grupo, essa é a nossa diferença. E reafirmo também que caso um do grupo, que passou todo o processo junto conosco tenha a pretensão de se lançar candidato, tem o meu apoio. A receita para chegar a um final de pleito vitorioso é a nossa união. Esse é o meu posicionamento. Como tem sido desde o princípio de todo esse processo. Infelizmente para uns entenderem isso, são necessários outros caminhos. Que não usarei. Espero que tenha sido claro dessa vez”, encerrou Paulo Sérgio.
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