segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Déficit do INSS sobe 19,3% em agosto, para R$ 4,9 bilhões

Click Monteiro | 12:52 |
Informação foi divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério da Previdência.

No acumulado do ano, saldo negativo avança 4,5%, para R$ 28,49 bilhões.



O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) gastou em agosto R$ 4,93 bilhões mais do que arrecadou, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (1º) pelo Ministério da Previdência Social. O déficit representa uma alta de 19,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando ficou em R$ 4,13 bilhões. Os números foram corrigidos pelo INPC.
 
Pagamento do 13º prejudicou resultado do mês
Sobre julho, o crescimento do resultado negativo do INSS foi de 90,4%, visto que, no mês retrasado, o déficit havia somado R$ 2,59 bilhões. A explicação para o forte crescimento no resultado negativo do INSS de julho para agosto é a antecipação do pagamento de parte do décimo terceiro salário dos aposentados e pensionistas, que normalmente aconteceria somente em novembro.

Segundo o governo, o impacto do pagamento antecipado, em agosto, quando foram quitados os benefícios de valor menor (salário mínimo), foi de R$ 2,6 bilhões. Em setembro, a expectativa é do impacto de mais R$ 9 bilhões por conta da antecipação do décimo terceiro de aposentados e pensionistas, informou o Ministério da Previdência. Há seis anos o governo realiza a antecipação do pagamento do benefício para os aposentados e pensionistas em agosto e no início de setembro. 
 
Comparação com agosto, arrecadação e benefícios
Na comparação com agosto do ano passado (quando também houve antecipação do décimo terceiro salário), a alta de 19,3% no déficit do INSS, para R$ 4,93 bilhões, se deve ao crescimento no valor das aposentadorias pagas, por conta da correção do salário mínimo, informou o secretário de Prevência Social, Leonardo Rolim.

No mês passado, a arrecadação da Previdência Social somou R$ 22,53 bilhões, com aumento de 4,6% sobre o mesmo período do ano passado, enquanto que as despesas com benefícios totalizaram R$ 27,47 bilhões – com alta de 6,9% sobre agosto de 2011.
 
Janeiro a agosto
Apesar do crescimento do resultado negativo em agosto deste ano, os números do governo federal mostram que o déficit teve uma alta menor nos oito primeiros meses deste ano, quando somou R$ 28,49 bilhões. Foi registrada um crescimento de 4,5% sobre o mesmo período do ano passado, quando o resultado negativo totalizou R$ 27,27 bilhões.

O pagamento de benefícios previdenciários somou R$ 201,6 bilhões nos oito primeiros meses deste ano, o que representa um aumento de 7,4% frente ao ano mesmo período do ano passado (R$ 187,66 bilhões). 

Ao mesmo tempo, a arrecadação líquida do INSS somou R$ 173,14 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa uma elevação de 8% frente ao mesmo período do ano passado - quando totalizou R$ 160 bilhões.
 
Impacto da desoneração da folha de pagamentos
Segundo Rolim, o resultado tende a ficar melhor nos próximos meses por conta da desoneração da folha de pagamentos. 

Nos oito primeiros meses, houve impacto, para baixo, de R$ 1,2 bilhão nas contas da Previdência por conta do processo da desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da economia, como tecnologia da informação, móveis, têxtil, naval, aéreo, de material elétrico e autopeças, entre outros. A desoneração faz parte do plano de estímulos à indústria, o Brasil Maior, lançado no ano passado e ampliado em 2012.

Rolim informou que este "ajuste de contas" entre o INSS e o Tesouro Nacional acontecerá assim que for aprovado um projeto de lei, pelo Congresso Nacional, estabelecendo o crédito suplementar. Inicialmente, este crédito foi estipulado em R$ 1,8 bilhão, mas o impacto total da desoneração, em 2012, deverá ser bem maior (R$ 3,4 bilhões). Rolim informou que espera a aprovação deste projeto pelo Congresso Nacional ainda neste ano.

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília
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Nova classe média inclui ao menos 50% das famílias em favelas do país

Click Monteiro | 12:25 |

Levantamento do G1 considera dados do IBGE sobre renda per capita.Com base nos números, cerca de 5% das favelas estaria na classe alta.


Gilvan da Silva Medeiros, da Rocinha (RJ); e Valdeci Gasparino e Maria José Marques, de Heliópolis (SP): famílias da nova classe média em favelas brasileiras (Foto: Tássia Thum e Paulo Toledo Piza/G1)
 
Pelo menos metade das famílias que moram em favelas e ocupações no Brasil pertence à nova classe média, segundo levantamento do G1 com base em dados sobre renda do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números apontam ainda que quase 5% dessa fatia da população estaria na classe alta.

A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República considera classe média famílias "com baixa probabilidade de passarem a ser pobres no futuro próximo", com renda per capita entre R$ 291 e R$ 1.019 por mês. No total, estima-se que o Brasil tenha 104 milhões de pessoas na classe média, o que representa 53% da população. Segundo os critérios da secretaria, quem vive com mais de R$ 1.019 por mês pertence à classe alta.

Em 2010, de acordo com o IBGE, 11.425.644 de brasileiros (6% da população) moravam em aproximadamente 3,2 milhões de domicílios nos chamados aglomerados subnormais – favelas, invasões, grotas, comunidades, baixadas ou vilas. Conforme estimativa traçada pelo G1, em pelo menos metade dessas residências (1,6 milhão de domicílios) a renda per capita (por pessoa) registrada enquadraria as famílias na classe média.

Dados sobre renda per capita no Censo 2010 (atualizados para 2012 com base na inflação) mostram que, em 51,2% dos domicílios em favelas e ocupações, vivem famílias de classe média. Outros 4,57% das famílias residentes nessas áreas estariam na classe alta.

Conforme os critérios da SAE, vivem na linha da pobreza as família brasileiras que possuem renda per capita inferior a R$ 162. Na faixa entre R$ 162 e R$ 291 está a classe intermediária entre pobres e classe média, grupo chamado de vulnerável.


Gilvan trabalha mais de 12 horas, seis dias por
semana, na barbearia na entrada da Rocinha
(Foto: Tássia Thum/G1)
Rio de Janeiro e São Paulo

A Rocinha, maior favela do país, localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro, possui quase 23,4 mil domicílios. O levantamento mostra que cerca de 65% das famílias que moram na região pertenceriam à classe média. Outros 5,24% das moradias seriam de classe alta.

O G1 foi até o local falar com moradores sobre o critério de renda adotado pelo governo e encontrou famílias típicas de classe média, com carro novo na garagem, televisores de LCD com pacote de TV a cabo, que viajam de avião e têm filhos universitários. Ainda assim, muitos rejeitam ser enquadrados nessa faixa da população.


"Para mim, classe média alta é rico. Rico não mora em favela", afirmou o barbeiro Gilvan da Silva Medeiros, de 51 anos, ao lado do carro zero quilômetro recém-adquirido. "Rico não mora em favela, mora nos prédios de luxo em frente à Rocinha, em São Conrado, Botafogo, em frente à praia do Leblon. Acho que para ser rico assim é preciso ganhar no mínimo uns R$ 20 mil por mês".

Valdeci Gasparino é promotor de vendas e mora em
Heliópolis, em São Paulo. Sua casa de 2 andares
tem TV de LCD e netbook (Foto: Paulo Piza/G1)

Em Heliópolis, segunda maior favela de São Paulo, localizada na Zona Sul da cidade, famílias de classe média vivem realidades opostas.

O promotor de vendas Valdeci Gasparino, de 41 anos, mora com conforto em uma casa com dois andares, TV de LCD, carro zero. Mas precisa lutar contra as dívidas que acumulou no cartão de crédito. Já sua vizinha, a aposentada Maria José Marques, de 72 anos, paga as contas com dificuldade e não tem luxos.

O promotor conta que passou a infância num barraco. "A luz era puxada do poste, água era buscada num lugar com tambor. Nem tinha esgoto", relata.

Anos depois, beneficiada por programas habitacionais, sua família passou a viver numa casa que, após diversas reformas, tem 2 andares com 5 cômodos cada. Nela estão eletrodomésticos e eletrônicos como netbook, TV de LCD de 42 polegadas e sistema de som. Na garagem, um carro zero km.
Rico não mora em favela, mora nos prédios de luxo em frente à Rocinha"
 
Gilvan da Silva Medeiros, de 51 anos, morador da Rocinha, maior favela do RJ
Ao contrário do vizinho, a aposentada não tem plano de saúde e depende do SUS para cuidar de um problema que tem no coração. O único luxo é um computador, que é de um modelo mais antigo.

A renda da casa gira em cerca de R$ 2,4 mil, o suficiente para manter, com dificuldade, a idosa, seu marido, dois filhos e dois netos. Em termos per capita, seria de R$ 400, um pouco acima dos R$ 291 que delimitam a classe média.

Já a filha de Gasparino está prestes a se formar em administração em uma faculdade particular e o filho mais novo deve virar universitário no ano que vem.
A melhoria de vida, no entanto, fez com que ele estourasse o limite de três cartões de crédito. "Você começa com uma coisa pequenininha, vai crescendo e acaba perdendo o controle, não tendo condições de pagar", diz o morador.
Ou você come ou paga a conta"
 
Valdeci Gasparino, de 41 anos, morador de Heliópolis, segunda maior favela de SP
Apesar da renda de sua família girar em torno de R$ 4 mil mensais, a dívida parece estar longe de acabar, principalmente por conta dos juros. "Não que a gente não queira pagar, é que as condições chegam num limite que ou você come ou paga a conta."

Ainda assim, o promotor de vendas diz ver vantagens em manter, na comunidade, um padrão de vida típico de bairros mais abastados. "Acredito que é mais perigoso hoje em dia morar no Morumbi ou em bairros mais nobres do que viver aqui. Bandidagem está em todos os lugares, mas não vai mexer com quem está aqui dentro."
CARACTERÍSTICAS DA SEGUNDOO GOVERNO
Ensino fundamental incompleto e sem escolaridade
Emprego formal ou alguma ocupação
Casa própria e com mais cômodos
Cuidado ao poupar dinheiro
Chance de estar endividada
Investe na educação dos filhos
Trabalha altas jornadas
Começa a ter acesso a plano de saúde
Já a aposentada diz que seu sonho é ver a sala com piso de ladrilho e o telhado mais firme. "O que mais quero é renovar minha casinha. Eu penso: 'Será que vou morrer deixando minha casinha desse jeito?'"
 
Economista defende critérios
Diana Grosner, da Secretaria de Ações Estratégicas (SAE) da Presidência da República, fez parte da comissão que definiu o critério da nova classe média e diz que os dados divulgados até o momento são preliminares. "Vale dizer que essa classe média que nós definimos, tudo que divulgamos, são projeções, porque o ano ainda não acabou".

A economista rebate as críticas ao conceito aplicado pelo governo. Segundo ela, o conceito é relativo e serve para que o estado brasileiro atenda às necessidades dessa população.
"É uma classe média do Brasil. A classe alta não é rica em relação às pessoas que estão abaixo. Mas nós achamos o mais adequado, que reflete melhor a condição da família. O conceito per capita traduz melhor a situação. O que nós estamos fazendo não é um exercício sociológico. É para ter um recorte, para olhar a evolução", explica.
 
Rosanne D'Agostino* Do G1, em São Paulo
*Colaboraram Tássia Thum, do G1 RJ, e
Paulo Toledo Piza e Tatiana Santiago, do G1 SP
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Revelado novo vírus que deixou dois mortos no Congo em 2009

Click Monteiro | 12:03 |

Um consórcio internacional de pesquisadores concluiu que uma doença que provoca febre hemorrágica aguda e que deixou dois mortos e uma pessoa gravemente doente no verão de 2009 na República Democrática do Congo foi provocada por um vírus até então desconhecido pelos cientistas.


O Bas-Congo (BASV), como foi denominado pelos especialistas, foi descrito em um artigo publicado nesta semana no periódico PLoS Pathogens.

O vírus

De acordo com o estudo, o Bas-Congo (no detalhe: Modelo de rhabdovírus)  é diferente de outros vírus que também infectaram pessoas na África e provocaram mortes por febre hemorrágica aguda — como o Ebola e o Lassa. Segundo os autores, o novo agente é geneticamente mais parecido com a família dos rhabdovirus, que infectam mamíferos, insetos e plantas e cujo membro mais famoso é o vírus causador da raiva. Mesmo entre essa família, porém, o Bas-Congo se mostra muito distinto, já que desencadeia sintomas graves de maneira muito rápida. A raiva, por exemplo, pode demorar meses para se desenvolver após a infecção.

Essas conclusões se basearam em testes de anticorpos realizados no único sobrevivente entre os três que foram infectados pelo vírus e em outros indivíduos que haviam tido contato com esse paciente. A pesquisa ainda sugeriu que o Bas-Congo pode ser transmitido de uma pessoa a outra, mas que provavelmente sua origem está em outra fonte, como um inseto ou um roedor. Ainda não está claro, porém, que animal é esse e de que forma o vírus é espalhado.

"O fato de que o Bas-Congo pertence a uma família de vírus que infecta uma grande variedade de seres vivos significa que ele pode existir permanentemente em um inseto ou outro hospedeiro e que foi acidentalmente transmitido aos seres humanos através de picadas de insetos", afirma Nathan Wolfe, outro autor do trabalho.

O consórcio de pesquisadores responsável por analisar o novo vírus é composto por cientistas de instituições como a Universidade da Califórnia de San Diego e de San Francisco, nos Estados Unidos, o Centro Internacional de Pesquisas Médicas de Franceville, no Gabão, e o Instituto Nacional de Pesquisas Biomédicas de Kinshasa, no Congo.

Histórico

Em 2009, um menino de 15 anos morador de uma pequena comunidade rural localizada em Mangala, uma cidade da República Democrática do Congo, ficou doente e apresentou sintomas como sangramentos no nariz e na gengiva e vômitos. Após três dias dos primeiros sinais da doença, o paciente morreu.

Uma semana depois do caso do jovem, uma menina de 13 anos que morava no mesmo bairro apresentou uma doença semelhante e também morreu três dias depois do surgimento dos sintomas. O enfermeiro que cuidava dessa menina passou a apresentar sintomas semelhantes, e foi logo transferido para um hospital em uma cidade vizinha.
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Empresa cria pneu auto-calibrável com o carro em movimento

Click Monteiro | 11:51 |


Um dos fins mais nobres que a tecnologia pode ter é a segurança, ainda mais quando o assunto é trânsito – mais de 1 milhão de pessoas morrem em acidentes de carro, todos os anos ao redor do mundo. 

Um dos problemas mais recorrentes é o pneu vazio, que acaba contribuindo, direta ou indiretamente, para uma série de falhas no veículo.


Um pneu bem calibrado diminui a emissão de CO2 e o consumo de combustível, pra ficar em dois exemplos sustentáveis. Encher o pneu é um processo tecnicamente arcaico e relativamente demorado. Mas não para sempre: está para chegar às lojas um modelo que se auto-regula. E o que é mais legal - enquanto o carro está em movimento. 


A tecnologia funciona assim: um sensor dentro do pneu percebe quando a pressão está abaixo do que deveria. Quando isso acontece, uma válvula se abre, deixa o caminho livre para o ar externo entrar por um tubo. 

À medida que o pneu gira, ele achata o caninho interno que distribui o ar, forçando-o a espalhar-se para toda sua extensão. Quando a pressão idela é atingida, a válvula é fechada.

A responsável pela chamada “tecnologia de manutenção de ar” é a Goodyear. A empresa vem realizando experimentos nessa área desde 2011,contando, inclusive com uma ajuda de 1,5 milhão de dólares do governo americano para agilizar as pesquisas. A princípio, a novidade chegará aos carros em 2013.

Pbacontece
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Projeto pode acabar com 'farra' da verba indenizatória nos estados

Click Monteiro | 11:45 |

O deputado Félix Mendonça apresentou uma proposta de emenda à Constituição na Câmara que promete fazer barulho país afora. 

Mendonça quer acabar com a farra dos deputados estaduais na chamada verba indenizatória de gabinete, aquele dinheiro que cada parlamentar tem direito a gastar com despesas de funcionamento, divulgação, transporte, manutenção, comunicação e contratação de pessoal para o gabinete.

A exemplo do salário dos deputados estaduais, que está atrelado ao do Legislativo federal, a PEC apresentada por Mendonça quer condicionar o teto da verba de gabinete nas assembleias a 75% da cota parlamentar adotada na Câmara (que fica entre 23 000 reais e 34 000 reais, dependendo do estado).

Se a proposta virar lei, os marajás da Assembleia Legislativa do Amapá, por exemplo, terão de reduzir a verba indenizatória dos atuais 50 000 reais para cerca de 28 000 reais mensais. 

O mesmo ocorrendo em outras assembleias com valores elevados. Mendonça justifica o texto:

– As discrepâncias nos custos da manutenção de um deputado federal e de deputados estaduais, apesar de legais, ferem a ética, comprometem a imagem de toda classe política e, sobretudo, abalam o equilíbrio das contas públicas.

Blog do Lauro Jardim
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Mulher é encontrada com o Crânio aberto no Jardim Brasília em Sousa; VEJA FOTOS

Click Monteiro | 09:43 |

Um crime de morte foi registrado durante a madrugada no Jardim Brasília na Cidade de Sousa.

A Mulher, Antônia Gerlândia Pereira, 22 anos, solteiro, natural de Vieirópolis foi encontrada morta com o crânio aberto na Rua Narcíseo Erminio, Jardim Brasília, por volta das 5h da manhã desta segunda-feira (01).

Informações do Comandante da Guarnição da Polícia Militar do 14º BPM, Cabo Telles, que ao chegar ao local o corpo estava estirado ao solo com um sangramento forte na cabeça, e ao lado, uma barra de cano amianto, possivelmente, arma usada para o crime. 
O fato aconteceu num casa abandonada, lugar que geralmente era usado por usuário de droga.

Os vizinhos disseram a Polícia Militar que não ouviram nada pela madruga.

O companheiro de Antônia Gerlândia Pereira, conhecido por Kiko é o principal suspeito do homicídio. Ele está foragido.

O corpo será enviado para o IML de Patos para a necropsia.


Redação
Folhadosertao 


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Acusado de bater na mulher vai preso e quebra a cela toda em Monteiro

Click Monteiro | 09:32 |
Paulo Gilberto de Lima, de 31 anos, foi levado à delegacia de Monteiro por Policiais Militares, sob a acusação de ter agredido fisicamente sua companheira, grávida de 03 (três) meses, além de desacato e resistência a prisão. 
 
 
O fato aconteceu neste fim de semana. Ao ser conduzido à cela, o mesmo danificou, inutilizando totalmente, uma das celas que compõem a carceragem e só não se evadiu da delegacia por conta da existência de uma segunda porta, a qual também foi danificada pelo acusado.

Não houve testemunhas das agressões à companheira, razão pela qual o acusado foi autuado em flagrante pelos delitos de dano ao patrimônio público, desacato e resistência à prisão, conforme apurou o Cariri Ligado.

 
 
O detalhe é que o acusado iria responder apenas a um TCO pelos delitos de desacato e resistência e, em seguida liberado, já que não havia testemunhas da "Maria da Penha" mas, como danificou a cela, foi autuado em flagrante pela delegada plantonista e encaminhado para a Cadeia Pública local.



Fonte e fotos: Cariri Ligado
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