sábado, 29 de setembro de 2012

"Antes de mim tinha um mágico na prefeitura", diz Ricardo

Click Monteiro | 10:15 |

A frase acima foi pronunciada nesta sexta (28) pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) com o propósito de atingir o rival Cícero Lucena (PSDB), concorrente da candidata do Palácio da Redenção na disputa pela prefeitura de João Pessoa.

RC estava com a “macaca” hoje. Também, escolheu como alvo o ex-aliado Luciano Agra (sem partido), a quem pretende grudar no candidato petista apoiado pelo governo municipal o escândalo Alexandre “bolsa família” Urquiza.
 

Sobre o tucano Cícero, ex-prefeito da capital: “Essa cidade passou por um processo que não se tinha dinheiro pra nada, o dinheiro não chegava às escolas, no atendimento a saúde... Construí 380 salas de aula, todas elas com recursos próprios da prefeitura”.
“Antes, o dinheiro sumia porque na prefeitura tinha um mágico, enquanto comigo à frente da gestão a cidade passou a ser uma referência no tocante a limpeza”, afirmou.

Sobrou até para o repórter que provocou o governador acerca do escândalo do “gari milionário”, na verdade um laranja que ganhou uma licitação de R$ 600 mil durante a gestão do hoje governador Ricardo Coutinho.


Ele apelou: “Não existiu. Isto foi uma armação da turma da confraria”, disse ele se referindo ao candidato Cícero Lucena.


Até o repórter que dirigiu a pergunta ao governador levou uma “paulada”. “Você representa partido contrário”, comentou dirigindo-se ao jornalista.


Sobre Urquiza: “Eu disse que demitiria ele (ex da Transparência), porque vejo isso como uma indecência, uma falta de pudor da prefeitura aceitar um secretário (Alexandre Urquiza) ganhando um salário milionário e a filha recebendo R$ 209,00 do bolsa família”.


Blog do Marcone Ferreira. 

Read more ...

'Fui esquecido', diz pivô do impeachment de Collor

Click Monteiro | 10:07 |

(Eriberto França)
(Imagem da internet)
Vinte anos depois de a Câmara aprovar a abertura do processo de impeachment de Fernando Collor --o que selou a queda do então presidente da República--, o potiguar Eriberto França reclama: "Fui esquecido. Minha dignidade tem que ser resgatada. No meio político é 'estou bem' e o resto que se dane".

Há um ano e meio desempregado, ele é desde 1992 o "motorista que derrubou o presidente", mas faz questão de reafirmar logo de cara: "Eu nunca fui motorista do presidente. Nunca dirigi para ele".

Eriberto, hoje com 47 anos, trabalhava como assessor de Ana Acioli, secretária particular de Fernando Collor. Uma espécie de "faz-tudo". Dirigia para ela e cuidava de tarefas financeiras ligadas ao ex-presidente e sua família.

Pagava contas da Casa da Dinda, por exemplo. Tudo com dinheiro enviado por Paulo César Farias (morto em 1996), tesoureiro da campanha presidencial de Collor e acusado de liderar um esquema de corrupção no Planalto.

Foi Eriberto quem comprou o famoso Fiat Elba, carro usado por Rosane Collor que virou prova do esquema de PC Farias. "Eu comprei, né, com o cheque", recorda.
Diz que cabia a ele, ainda, sair à caça de material para rituais de magia negra que ocorriam na Casa da Dinda.
"Quem comprava tudo para fazer aquela bagunça toda era eu. Comprava bode, galinha, o escambau, ia para cemitério buscar terra."

Eriberto recebeu a Folha na semana passada em seu apartamento, em Brasília, alugado pelo sogro. Vive com a mulher, também desempregada, e dois filhos, que interromperam cursos em faculdades.
Hoje, aparenta ser um homem um tanto amargurado. Não queria dar entrevista. "Sempre sobra para mim."

Ele argumenta que não teve reconhecimento público por parte da classe política. Reclama que jamais foi homenageado pelo Congresso. "Era isso que um dia eu esperava receber e nunca recebi. Foi ali [no Congresso] a coisa toda."

Após sair do governo em 92, Eriberto trabalhou na revista "IstoÉ", para qual deu a bombástica entrevista que acelerou o afastamento de Collor.

Depois, foi para o Ministério dos Transportes a convite do então ministro Odacir Klein. Em 2003, foi demitido e, com a ajuda de petistas, foi parar na EBC, na área técnica de televisão, de onde saiu em março de 2011.

Ganhava R$ 1,9 mil. Desde então, conta com a ajuda do sogro, tenta fazer alguns bicos e usa o dinheiro que sobrou da rescisão trabalhista.

Sua filha caçula tem os mesmos 20 anos que separam o dia de hoje de 29 de setembro de 1992, quando a Câmara aprovou o impeachment.
"Eu nunca tinha ouvido falar na palavra impeachment", diz ele hoje. Conta, aliás, que naquela tarde de setembro se escondeu no sul da Bahia, numa fazenda da irmã do então diretor da "IstoÉ" João Santana.

O mesmo que se tornaria anos depois um dos principais marqueteiros políticos do país, tendo Lula e Dilma Rousseff na lista de clientes.
"Fiz de tudo para não ver [a sessão da Câmara]. [Lá] Tinha uma televisão. Aí pensei: O que que eu fiz? Sempre tinha um cara do meu lado para tranquilizar, o João Santana."

ARREPENDIMENTO?

Passadas duas décadas, Eriberto é categórico: não repetiria seu gesto.
"Se eu falar para você que me arrependo, estou mentindo. Se eu falar que não, estou mentindo também. Porque se, na atual circunstância, você perguntar: 'Eriberto, você faria tudo de novo?' Eu vou botar a mão na cabeça e vou dizer: 'não faria'. Sabe por que? Porque não compensou. Sofrer duas vezes, passar o que passei, o sufoco, e ainda não ter sido reconhecido?".

Ele conta, em tom de revelação, que recebeu oferta financeira durante o escândalo para não contar o que sabia. "Poderia ficar rico, porque dinheiro foi oferecido e nunca quis. Foi oferecido para eu calar a boca. A coisa estava feita", conta, sem dar mais detalhes.
A "coisa feita" citada foi a postura de revelar, em 1992, como atuou no esquema de Paulo César Farias. "Era muita roubalheira, nunca transportei tanto dinheiro", diz.

Um certo dia, Collor já senador, Eriberto França foi visitar um amigo no Senado. Ao subir a escada que dá acesso ao tradicional Salão Azul, conta que deu de cara com ele. Pela primeira vez após o escândalo, o motorista encontrava o presidente que ajudou a derrubar.
"Foi uma casualidade. Ele estava descendo aquela escada, e eu subindo. Não sei se me reconheceu", revela. Mal se olharam. "Não deu tempo. Foi inusitado. Ele lá com aquele jeitão, imponente", diz, imitando Collor.

Eriberto nem imagina o diálogo que teria com Collor: "Seria muito cinismo da minha parte dizer 'Oi presidente, tudo bem?'. Ele diria: 'Claro que não, depois de tudo o que você me fez'".
Eriberto diz que não contou tudo que sabia: "Não posso abrir, tem gente que sabe o que sei. Aí eu deixo alguém com a pulga atrás da orelha. A não ser que me matem como queima de arquivo".

E foge das comparações com Roberto Jefferson, que denunciou o mensalão em 2005, e Pedro Collor, irmão do ex-presidente e o primeiro a revelar detalhes do esquema PC Farias. "Meu motivo está dentro de uma lógica: caramba, será possível que eu tenho que aceitar isso? Vamos dizer assim, um termo meio chulo, é muita roubalheira, muita corrupção", diz.

Fernando Collor não quis dar entrevista à Folha sobre os 20 anos do impeachment nem se manifestou sobre as declarações de Eriberto.

+ Canais
Folha.com
Read more ...

2ºBPM apreende menor com arsenal em Campina Grande

Click Monteiro | 09:52 |

Ascom
Agentes do 2º Batalhão de Polícia Militar apreenderam um jovem de 17 anos com várias armas na noite da quarta-feira, 26, no bairro de Bodocongó, em Campina Grande.

Conforme o 2ºBPM, a apreensão ocorreu por volta das 23h da quarta-feira, quando o cabo Francinaldo e os soldados Jocino e Wênio, fazendo rondas se depararam com um jovem pilotando uma moto em atitude suspeita.

Após uma perseguição, o adolescente foi capturado e os policiais verificaram que a moto era roubada.

Na casa onde o suspeito foi apreendido havia uma espingarda calibre 12 de fabricação caseira; um revólver calibre 38 com seis munições; réplica de pistola e munições calibre 9mm.

As munições calibre 9mm são de uso proibido até para as polícias.

O material e o jovem foram encaminhados para a Central de Polícia Civil.

Paraíba online
Read more ...

Atentado: Esposo de monteirense tem carro metralhado

Click Monteiro | 09:44 |


O ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Pitimbú e secretário Estadual do PPS, Durval Lira, casado com a monteirense Fabíola Leite, teve seu carro metralhado e um dos disparos o atingiu de raspão na boca na noite desta sexta-feira, 28, na PB-008, região metropolitana de João Pessoa.

De acordo com a polícia, Durval Lira, que trabalha para o candidato a prefeito de Pitimbú, Leonardo Barbalho, vinha em Fiat Uno de cor prata de um evento político com destino a João Pessoa na companhia da esposa. Quando trafegava pela PB-008 nas proximidades de Praia Bela ele foi surpreendido por dois homens que estavam numa moto.

Os desconhecidos, já de arma em punho, passaram a atirar em Durval Lira que saiu em alta velocidade, mas foi perseguido e atingido com um disparo de raspão na boca.


Mesmo ferido, ele conseguiu dirigir o veículo até o Hospital da Unimed, onde foi medicado e continua internado. No Hospital, ele afirmou não ter dúvidas de que o atentado foi motivado por questões políticas.


O carro de Durval Lira ficou crivado de bala e agora será encaminhado ao Instituto de Polícia Científica para ser periciado.


VITRINE DO CARIRI

Read more ...

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

CNBB repudia capa de revista com montagem de Neymar crucificado

Click Monteiro | 22:43 |
Capa com a montagem do atacante santista.
(Foto: Divulgação/Revista Placar)
Nota oficial assinada pelo presidente da entidade foi divulgada nesta sexta.
 
Para o cardeal, a publicação teria comparado o atleta a Jesus Cristo.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou na tarde desta sexta-feira (28) uma nota em que manifesta indignação contra a capa da edicação de outubro da revista Placar na qual se vê uma montagem com a imagem de Jesus Cristo crucificado tendo o rosto do atacante do Santos e da seleção brasileira, Neymar.

A nota foi assinada pelo cardeal Dom Raymundo Damasceno, presidente da entidade e arcebispo da Arquidiocese de Aparecida, no Vale do Paraíba. Ele está em Brasília (veja a íntegra abaixo).

Em trecho de nota, o cardeal afirma que reconhece a liberdade de expressão como princípio democrático, mas questiona a falta de limites no exercício profissional no caso.

"A ridicularização da fé e o desdém pelo sentimento religioso do povo por meio do uso desrespeitoso da imagem da pessoa de Jesus Cristo sugerem a manipulação e instrumentalização de um recurso editorial com mera finalidade comercial", afirma a nota.

Ele afirmou ainda que a imagem constitui numa clara falta de respeito que ofende o que existe de mais sagrado pelos cristãos.
Explicação
 
A capa da edição deste mês da revista fala que Neymar vem sendo "crucificado" pelas acusações de que o atleta vem utilizando o recurso de simular faltas para tentar induzir a arbitragem a errar durante as partidas.

Em nota divulga no site da publicação, a revista pediu desculpas a quem se se sentiu ofendido pela imagem da capa e explicou que em nenhum momento foi intenção da revista ferir a religiosidade de ninguém.

"Vale esclarecer que a analogia da fotomontagem é com a crucificação como método de execução pública praticado antigamente. Quando a reportagem estava sendo produzida, surgiu a palavra “crucificação”, usada corriqueiramente hoje em dia, e daí veio a imagem da condenação e da crucificação", diz outro trecho da nota
.
 
Veja íntegra da nota da CNBB:
 
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, manifesta profunda indignação diante da publicação de uma fotomontagem que compõe a capa de uma revista esportiva na qual se vê a imagem de Jesus Cristo crucificado com o rosto de um jogador de futebol.
 
Reconhecemos a liberdade de expressão como princípio fundamental do estado e da convivência democrática, entretanto, que há limites objetivos no seu exercício. A ridicularização da fé e o desdém pelo sentimento religioso do povo por meio do uso desrespeitoso da imagem da pessoa de Jesus Cristo sugerem a manipulação e instrumentalização de um recurso editorial com mera finalidade comercial.
 
A publicação demonstrou-se, no mínimo, insensível ao recente quadro mundial de deplorável violência causado por uso inadequado de figuras religiosas, prestando, assim, um grave desserviço à consolidação da convivência respeitosa entre grupos de diferentes crenças.
 
A fotomontagem usa de forma explícita a imagem de Jesus Cristo crucificado, mesmo que o diretor da publicação tenha se pronunciado negando esse fato tão evidente, e isso se constitui numa clara falta de respeito que ofende o que existe de mais sagrado pelos cristãos e atualiza, de maneira perigosa, o já conhecido recurso de atrair a atenção por meio da provocação.

Veja íntegra da nota da revista
 
Em primeiro lugar, a Placar pede desculpas a quem se sentiu ofendido pela imagem de capa. Em nenhum momento foi intenção da revista ferir a religiosidade de ninguém. Respeitamos todas as 
crenças e defendemos a liberdade de praticá-las. Mas estamos falando exclusivamente de futebol. 

Vale esclarecer que a analogia da fotomontagem é com a crucificação como método de execução pública praticado antigamente. Como mostra a reportagem, Neymar vem sendo “apedrejado” publicamente com a pecha de “cai-cai”.
 
O maior jogador brasileiro, ícone da arte no esporte, virou, para muitos, o símbolo da dissimulação, da tentativa de burlar as regras do jogo. Ele cometeu e comete suas falhas, mas ficou com uma imagem de “criminoso esportivo”. Quando a reportagem estava sendo produzida, surgiu a palavra “crucificação”, usada corriqueiramente hoje em dia, e daí veio a imagem da condenação e da crucificação. Acreditamos que a leitura da reportagem será ainda mais esclarecedora.

Do G1 Vale do Paraíba e Região
Read more ...

Enterro do Cabo Bruno, em Catanduva, reúne centenas de pessoas

Click Monteiro | 22:32 |
"A mulher do cabo Bruno,
a pastora Dayse da Silva Oliveira, acompanhou o enterro"

CATANDUVA - O corpo do ex-policial militar Florisvaldo de Oliveira, 53 anos, conhecido como Cabo Bruno, foi enterrado no cemitério Nossa Senhora de Fátima, em Catanduva - a 387 km de São Paulo, pontualmente às 14h desta sexta-feira, 28. 

Centenas de pessoas, entre moradores da cidade, amigos e familiares acompanharam o sepultamento do ex-PM, responsável por episódios que marcaram a história da Polícia Militar paulista na década de 1980.

A mãe de Florisvaldo, Josefina Scabin de Oliveira, 87 anos, ficou quase que o tempo todo ao lado do caixão. A mãe do ex-PM espera que a polícia encontre os assassinos do filho. "Isso não pode ficar assim", disse, após o sepultamento, amparada por parentes.

O corpo de Bruno chegou ao cemitério de Catanduva por volta da 1h30 da manhã. Durante a madrugada fria, poucos amigos e parentes compareceram ao velório. A mulher de cabo Bruno, a pastora e cantora gospel Dayse da Silva Oliveira, chegou à cidade pouco depois das 7h. Abatida, ela não falou a imprensa. 

A mulher permaneceu ao lado da sogra boa parte do velório e a acompanhou no momento do sepultamento, que reuniu cerca de 200 pessoas, segundo informações da administração do cemitério. Florisvaldo morou em Catanduva até os 24 anos de idade e deixou muitos amigos na cidade.

Acusado de participação em mais de 50 assassinatos, apontado como justiceiro e um dos principais integrante de um grupo de extermínio que atuou em São Paulo na década de 1980, cabo Bruno foi condenado a 120 anos de prisão. 

Durante o período em que permaneceu atrás das grades, ele converteu-se ao cristianismo e virou pastor evangélico na Igreja Pentecostal Refúgio em Cristo, a mesma frequentada pela mulher. Ele ficou em liberdade durante 35 dias e foi executado na noite de quarta-feira, com pelo menos 10 tiros, em Pindamonhangaba (SP), onde morava com a esposa.
 
Vingança. Familiares ouvidos pela reportagem acreditam que o assassinato do ex-PM seja fruto de vingança que ficou adormecida durante os 27 anos em que cabo Bruno permaneceu no sistema penitenciário. "Ele matou muita gente e por isso acredito que esse crime tenha sido motivado por vingança", disse Moacir Oliveira, irmão do ex-PM.

estadao.com.br

Imagem:André Lessa/AE
Read more ...

Dilma se diz preocupada com debate sobre ação militar contra Irã

Click Monteiro | 22:25 |
(Imagem da Internet)
BRASÍLIA, (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira estar "preocupada" com a ideia de uma ação militar no Irã, acusado de estar desenvolvendo armas nucleares, e disse que tal movimento seria uma "violação" aos princípios da ONU.

Em declaração à imprensa ao lado do primeiro-ministro britânico, David Cameron, Dilma afirmou que uma ação militar teria "graves" consequências para o Oriente Médio.
"Me preocupa de uma forma muito especial a crescente retórica em prol de uma ação militar unilateral no Irã. Qualquer iniciativa desse tipo constituiria uma violação da carta da ONU", disse a presidente no Palácio do Planalto.

O Irã nega ter a intenção de desenvolver armas nucleares e diz estar enriquecendo urânio para uso em isótopos médicos. Potências ocidentais e Israel temem que a partir desse nível de enriquecimento seja relativamente fácil alcançar o grau necessário para o uso em armas.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discursou na Assembleia-geral da ONU sobre os avanços nucleares do Irã. Israel tem sinalizado que pode atacar as instalações iranianas de enriquecimento de urânio se estiverem em condições de processar material para possíveis armas além do limite.

Dilma também reiterou sua posição contrária a uma solução não militar para os conflitos na Síria, além considerar "fundamental" o apoio às iniciativas do novo mediador internacional Lakhdar Brahimi para tentar dar fim aos 17 meses de violência em que mais de 20 mil foram mortos.
"Reiteirei ao primeiro-ministro a convicção do Brasil que não há solução militar para a crise síria. Um processo político liderado pelos próprios sírios é o melhor caminho para a superação do conflito", disse.

Dilma já havia condenado a violência na Síria durante seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, na terça-feira.

A presidente defendeu ainda uma maior participação da comunidade internacional na tentativa de uma solução para conflitos no Oriente Médio, principalmente no processo de paz 
entre Israel e Palestina.

Cameron, por sua vez, não opinou sobre a posição brasileira em relação aos conflitos internacionais, mas disse apoiar o pleito do Brasil por um assento fixo no Conselho de Segurança da ONU.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)

 

Read more ...
Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

Search

Tecnologia do Blogger.

Blogroll

About