Promotor teria cometido crime em 2009 em Cajazeiras; Ação foi encaminhada ao Tribunal pelo MPE.
De acordo com o voto do relator, no processo existem elementos suficientes que apontam para fortes indícios da materialidade do crime, sendo necessário, portanto, o aprofundamento das investigações. “Só se rejeita a denúncia por falta de justa causa quando a inicial não for embasada em prova da materialidade ou indício de autoria”, explicou o desembargador Arnóbio Alves. O entendimento do relator do processo prevaleceu na Corte.
Segundo informações do MP, o promotor está afastado do cargo desde a época da denúncia. Ele atuava na cidade de Cajazeiras, onde crime teria ocorrido. O G1 tentou falar com Carlos Guilherme, mas as ligações não foram atendidas.
