domingo, 30 de setembro de 2012

Em Monteiro:Passeata da oposição é marcada por incidentes e provocações

Click Monteiro | 15:04 |
Mais uma vez Monteiro viveu a festa da democracia. 

Pessoas de todas as idades pararam Monteiro para acompanhar Conrado e seus vereadores numa passeata que contou com várias lideranças políticas, entre elas o Deputado Carlos Batinga, Assis Quintans, a Ex-prefeita de Monteiro Doutora Lourdinha, o Vice Prefeito de Monteiro, Dr Eugênio Henrique e outras grandes lideranças.

O Nosso Cariri foi convidado por alguns representantes da Força Jovem da coligação todos por Monteiro¹  para marcar presença durante o evento.

Tábua de pregos encontrada pela equipe do Nosso Cariri. Foto: Gustavo ATS/NossoCariri

Um dos incidentes foi uma tábua de pregos que foi colocada próximo da rua de Campina (Foto acima). Ao ver a tábua de pregos, colocada por alguém não identificado, com o óbvio motivo de atrapalhar a carreata, alguns correligionários de Conrado e a Equipe do Nosso Cariri removeram a tábua da rua e jogaram-na no lixo. 

Outro incidente registrado pela nossa equipe foi a figura de uma foice, representando a morte que era apresentada cada vez que Conrado falava.

A passeata seguiu bela, com muitos ornamentos, em alguns momentos a passeata lembrava uma marcha de protesto contra determinadas ações da Prefeitura.
 
Outro gato, aparentemente feito as pressas, se destacou durante a passeata.  Talvez o primeiro tivesse ficado bem mais bonito, mas o que estava sendo apresentado não era um desfile de carros alegóricos e sim a adesão massiva a campanha de Conrado Oliveira.

Marcha de protesto:
Enquanto os principais grupos apenas carregavam suas bandeiras vermelhas, alguns grupos de habitantes resolveram aproveitar o momento para protestar contra alguns atos da prefeitura de Monteiro.

Com faixas, com dizeres de protesto e cartazes de repúdio a ações tomadas pela gestão atual de Monteiro, a população se juntou a Conrado. Outros protestavam contra o incendio do gato que iria ornamentar o desfile, em uma faixa com os seguintes dizeres “Queimaram meu gato, mas não queimaram meu voto”.

O Comício.
Todas as lideranças presentes no evento se apresentaram. Dessa vez, o palco montado ganhou uma passarela, assim como o palco do comício de Edna Henrique, (em que o Nosso Cariri não foi convidado a participar). 

O comício iniciou com várias críticas a administração atual, principalmente contra o fim da exposição de animais da Embrapa, que já foi referência nacional entre os criadores da região.

Sobre os últimos incidentes, Conrado não se estendeu muito, apenas classificou como apelativo o uso que sua rival tem feito da imagem de uma criança para revoltar a população contra ele e esclareceu :
"Aqui em Monteiro não existe uma família do bem e do mal. Existe a família monteirense.
Eles [Coligação Para Monteiro seguir em frente] estão conseguindo acabar com o que Monteiro tinha de mais bonito: A união, o respeito e o amor ao próximo com essa história de família do bem e família do mal."
Sobre as propostas, Conrado e sua equipe distribuíram panfletos com as propostas para várias áreas e prometeram resgatar os tempos de glória da cidade de Monteiro, principalmente da Zona Rural.

O Deputado Batinga, que se recuperava de exames médicos, fez questão de estar ao lado de Conrado e deixou claro que hoje ele está no mesmo palanque de Conrado e que irá ajudar no que for preciso.

Lourdinha Aragão surpreendeu. Apesar de ser conhecida por suas longas falas, dessa vez ela falou pouco e foi muito aplaudida pela população. Em sua fala a médica disse que Monteiro precisa resgatar os tempos de paz e que a perseguição a determinados setores precisa acabar.

Católico, ao final do Comício, Conrado agradeceu a Deus pela oportunidade e convidou a todos os presentes a fazer uma corrente de oração para o bem de Monteiro.

Vereadores:
Ao serem apresentados, muitos dos vereadores foram aplaudidos pela multidão que acompanhava o comício. Paulo Sérgio, Bião e Christiane Leal foram os campeões de aplausos, seguidos por Lulu e outros vereadores, que aproveitaram para distribuir seus santinhos para a multidão.

Algumas bandeiras levantadas exibiam a vontade do povo em votar em determinado vereador, mas nenhuma ornamentação de campanha chamou mais atenção do que um Gleidson em tamanho real. Acontece que o candidato a vereador resolveu inovar e fez uma foto em tamanho quase natural de si mesmo, colou numa chapa de madeira e colocou próximo ao palanque.  A Inovação chamou muita atenção enquanto as lideranças políticas não faziam suas falas.

Veja mais fotos:

 


Curiosamente algumas pessoas preferiam tirar fotos com o cartaz do vereador do que com o próprio candidato e até candidatos a vereador da mesma coligação elogiaram o trabalho e a criatividade do fotógrafo.


30/09/2012 por

http://nossocariri.com.br
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sábado, 29 de setembro de 2012

Livro conta detalhes do insaciável apetite sexual de Kadafi

Click Monteiro | 20:06 |

As orgias e depravações sexuais dos filhos de Muamar Kadafi são de conhecimento público, mas pouco se sabe da intimidade do ex-ditador líbio, morto no ano passado. 

Em entrevista ao jornal espanhol "El País", a jornalista Annick Cojean, autora do livro "As presas", conta detalhes do apetite sexual insaciável do ex-presidente, que além de violar mulheres, abusaria também de homens, incluindo seus próprios ministros e embaixadores, e teria ao menos quatro relações sexuais por dia. O livro, recém-lançado na França, retrata um Kadafi megalomaníaco, vaidoso e cínico.

"Muitos o viam como um depredador de mulheres, mas não podíamos imaginar seu nível de barbárie, sadismo e violência", disse Annick.

A investigação da jornalista conta com o testemunho de Soraya, uma jovem de 22 anos que foi sequestrada quando tinha 15 e foi abusada por Kadafi por cinco anos. No livro, Soraya conta o seu dia a dia no subsolo do complexo de Bab al-Aziziya, a gigantesca residência do ex-ditador em Trípoli. 

A vítima era abusada a qualquer hora do dia ou noite. Soldados de "assuntos especiais" a chamavam para subir no quarto do ditador, que, além de estuprá-la, mordia, batia e às vezes até urinava em Soraya. Segundo a jovem, Kadafi estava sempre drogado e obrigada suas vítimas a cheiras cocaína, fumar, beber e assistir a filmes pornôs.

Como Soraya, eram muitas mulheres e até alguns homens, vivendo como escravos sexuais. Alguns ficavam por dias, outros por anos sobre o domínio do ditador. O fluxo era constante para saciar o apetite sexual de Kadafi, que mantinha relações com quatro pessoas por dia, segundo as testemunhas entrevistadas por Annick.

"Algumas me falaram de trinta mulheres presas ao mesmo tempo, mas é impossível comprovar, havia muitas idas e vindas e os movimentos eram restritos. Não tinham muito contato umas com as outras", disse a jornalista.



Qualquer evento poderia ser usado para encontrar novas presas sexuais, incluindo viagens ao exterior, diz Annick. Segundo a jornalista, o próprio ditador escolhia suas vítimas nos encontros que participava, colocando a mão sobre a cabeça das mulheres que lhe interessavam. 

Além disso, qualquer lugar poderia ser usado para saciar o apetite do líder. Nos porões da Universidade de Trípoli, por exemplo, rebeldes encontraram um quarto, com uma enorme cama ainda feita e uma hidromassagem com detalhes de ouro.

Mas a obsessão sexual de Kadafi também era uma arma de poder. O ditador usava o sexo para punir seus desafetos políticos, contou um ex-membro do regime, afirmando que o líder mantinha relações com alguns de seus ministros, condenados à desonra, e elaborava estratégias para seduzir mulheres de chefes de Estado africanos e embaixadores.

"Cada vez que queria se posicionar como vencedor frente a um chefe tribal, de Estado ou um opositor qualquer, prometia que poderia dar dinheiro para uma fundação, diploma de estudo, para sua mulher, sua filha. Uma desculpa para um convite até o complexo de Bab al-Aziziya. O simples fato de ter transado com a filha de um deles o fazia se sentir triunfal", disse Annick.


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Justiça Eleitoral mata liberdade de expressão-Pedro Cardoso da Costa

Click Monteiro | 19:40 |
Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bacharel em direito
Sob o argumento principal de que liberdade tem limites, o juiz da 35ª zona eleitoral, Flávio Saad Peron, de Mato Grosso do Sul, determinou a prisão do representante do google no Brasil por não ter retirado uma propaganda do site Youtube no prazo estipulado pelo magistrado sob a alegação de ofensa de um candidato ao outro. 
Não se vai tratar aqui do caso específico, mas da série de decisões pela Justiça Eleitoral por todo o país no mesmo sentido.

Com um olhar apenas sob este argumento parece ser inquestionável o acerto do magistrado, já que toda decisão judicial deve, em tese, ser cumprida. Ocorre que a discussão deve ser colocada sob o cerne da questão, sobre o chamado bem a ser protegido.


Parece ter se tornado certo modismo proibições de falas e de vídeos nas rádios, televisões e na Internet daquilo que os juízes definem de ataques pessoais ou de tentativa de difamação entre os candidatos. Ainda que toda decisão judicial deva vir acompanhada de fundamentação, seria preciso analisar melhor esses enquadramentos e especialmente se são casos de vedações legais.


Na Bahia foi proibida a exibição da fala do candidato a prefeito Antonio Carlos Magalhães Neto prometendo com clareza insofismável de que daria uma surra no presidente Lula. Haveria agravo se fosse um fato mentiroso, mas não resta dúvida quanto a sua afirmação categórica. Os defensores do candidato alegam que foi em outra época. Nada muda. Suas virtudes relatadas também são de outras épocas e visam angariar votos, já o contrário não pode. Se como deputado ele seria capaz de surrar um presidente da República, seria uma incógnita o que ele poderia fazer com um munícipe que o desagradasse quando prefeito. Não teria o privilégio do pioneirismo, já que todas as TVs exibiram o prefeito recém-eleito Gilberto Kassab xingar e expulsar aos berros um cidadão de um hospital.


Pela lógica do raciocínio dos magistrados, os adversários de José Serra não poderiam exigir a Escritura, registrada em cartório, que dava garantia do cumprimento integral do mandato como prefeito de São Paulo. Saiu na metade. E essa já seguia uma outra de Antonio Palocci, sempre ele, também não cumprida. Com Marta Suplicy candidata, mesmo em atendimento a um pedido dela, qualquer um que relaxasse e gozasse seria punido. Pela mesma lógica, seriam punidos toda reprodução sobre a afirmação de Paulo Maluf de que professoras não ganham pouco, são mal casadas. Muito menos mencionar que ele não pode sair do Brasil sob o risco de captura pela Interpol.


Do governo de Fernando Henrique Cardoso seriam proibidas também as afirmações de Rubens Ricúpero de que só se deve mostrar as boas ações e esconder as ruins; a de ex-ministro de FHC Luiz Carlos Mendonça de Barros ao mencionar que estavam transpondo o limite da irresponsabilidade, quando o governo era acusado de direcionar uma das privatizações para um determinado grupo de empresários.


Das mais recentes, nunca poderiam ser reexibidas as cenas dos deputados distritais e do ex-governador arrumando a enfiar dinheiro por todo canto do corpo. Nem se cogite mencionar a mansão de Palocci em Brasília - de novo, ele – de sua riqueza multiplicada por 20 em quatro anos.


Precisa-se estabelecer outros parâmetros para definir ofensa à honra, ou quando os ataques caracterizam difamação. Nos exemplos citados a grave estaria no conteúdo do que disseram seus protagonistas e a reprodução é parte inerente de apontar as condutas e personalidade dos envolvidos. Como age a Justiça Eleitoral hoje, só as vantagens podem ser retratadas, ainda que inverídicas, já o lado negativo não pode integrar as campanhas eleitorais. É hora de repensar esse modelo de atuação jurídica de mão única. 
Assim o Poder Judiciário, a pretexto de combater comete abusos, mata o direito à liberdade de expressão, além de se tornar o protetor-mor dos maus administradores públicos, já que seus passados comprometedores não podem ser relembrados.
Por:Pedro Cardoso da Costa
Bacharel em direito

Interlagos/SP

Fonte: iParaíba

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Dilma lamenta a morte de Hebe

Click Monteiro | 19:17 |
(Imagem da internet)
A presidenta Dilma Rousseff disse, em nota à imprensa, ter recebido "com tristeza" a notícia do falecimento hoje (29) da cantora e apresentadora Hebe Camargo.

Dilma, que tinha Hebe como "uma amiga", destacou que ela era uma das mais importantes personalidades da televisão brasileira.


"Com sua simpatia e espontaneidade, recebeu, ao longo de seis décadas, as mais diversas personalidades em seus programas de televisão, mantendo sempre uma grande sintonia com o público", acrescentou a presidenta.

Para Dilma, fãs de todo o país perderam neste sábado a alegria da apresentadora de televisão. "Neste momento de dor e tristeza, quero me solidarizar com sua família, seus amigos e todos os telespectadores brasileiros".

Hebe morreu nesta madrugada, enquanto dormia. De acordo com a assessoria de imprensa, Hebe estava em sua casa, no bairro Morumbi, na capital paulista, quando sofreu uma parada respiratória. Ela tinha 83 anos e sofria de câncer no peritônio desde o início de 2010.


Agência Brasil
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Hebe Camargo morre aos 83 anos

Click Monteiro | 13:50 |

A apresentadora Hebe Camargo,
ícone da TV brasileira
(Montagem sobre foto de Eduardo Knapp/Folhapress)
Hebe fez várias cirurgias e tratamentos após descobrir câncer em 2010.
 
Consagrada como apresentadora de TV, ela começou a carreira cantando.


A apresentadora Hebe Camargo morreu em São Paulo, neste sábado (29), aos 83 anos, vítima de parada cardíaca.

Ela morreu ao deitar para dormir, nesta madrugada.

Hebe ficou internada por quase duas semanas em agosto no Hospital Albert Einstein, no Morumbi, para “tratamento de suporte nutricional e metabólico”, conforme boletim médico.

Contudo, nos últimos dois anos, Hebe passou por várias cirurgias e tratamentos contra o câncer. Em janeiro de 2010, a apresentadora ficou 12 dias internada para retirada de nódulos na região do peritônio e iniciou tratamento quimioterápico. Em 2011, fez novas sessões de quimioterapia preventivas. Em março de 2012, passou por uma cirurgia de emergência para retirar um tumor que causava obstrução intestinal, ficando 13 dias no hospital. Em junho, realizou uma nova cirurgia de emergência para retirada da vesícula. No mês de julho, segundo o sobrinho Claudio Pessutti, ficou internada por cinco dias para a realização de exames.
 
Biografia
Nascida em Taubaté (SP), a 130 km da capital, Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani começou a carreira cantando. Entrou para a TV logo após a fundação da primeira emissora brasileira, a TV Tupi, onde ela fazia aparições nos programas como cantora.

Estreou como apresentadora em 1955, no programa “O mundo é das mulheres”, na TV Carioca, a primeira atração voltada especialmente para mulheres. Antes disso, havia substituído Ary Barroso no programa de calouros apresentado por ele.

Depois disso, a apresentadora ficou afastada da TV por um período, até que em 1966 estreou o dominical que levava seu nome na TV Record. A atração contava com o músico
Caçulinha e era líder de audiência. Foi responsável por dar espaço para novos talentos ligados à Jovem Guarda.

Para dedicar-se ao filho, Hebe ficou afastada da televisão por cerca de dez anos, quando voltou a aparecer na TV Bandeirantes. Em 1985, aceitou o convite do SBT para comandar uma atração na emissora. Em quatro de março de 1986, entrava no ar o “Programa Hebe”, comandado por ela até 2010. Em dezembro do mesmo ano, Hebe assinou contrato com a RedeTV e estreou na emissora em março de 2011, onde ficou até este mês, quando acertou retorno ao SBT.

Segundo a assessoria do SBT, ela estava muito feliz com a volta à emissora.
'Uma gracinha'Em mais de 60 anos de história na televisão brasileira, a apresentadora tornou popular a expressão “gracinha”, usada para elogiar convidados. Outra marca registrada de Hebe era dar selinhos nos entrevistados que passavam por seu famoso sofá.

Famosa como apresentadora, ela não deixou de lado a carreira musical. Após lançar três discos entre 1959 e 1966, compilou suas canções mais conhecidas no CD “Maiores sucessos”, de 1995. Depois, lançou mais quatro discos. "Pra você" (1998), "Como é grande meu amor por você" (2001), "As mais gostosas da Hebe" (2007) e "Hebe mulher" (2010, ano em que participou do Grammy Latino).

O último álbum da carreira contou com participações de Daniel Boaventura e Roberto Carlos. Em todos os discos, o repertório foi abastecido por canções românticas.


'Morrer feliz da vida'
A apresentadora foi diagnosticada com câncer no peritônio, membrana que envolve os órgãos do aparelho digestivo, em janeiro de 2010. Em sua primeira gravação após 12 dias internada para a retirada de nódulos e para o início do tratamento quimioterápico, Hebe mostrou gratidão com fãs e celebridades que a apoiaram. “Posso até morrer daqui a pouco, que vou morrer feliz da vida”, comentou em março de 2010, ainda no SBT.

Na ocasião, Hebe subiu ao palco ao som de Ivete Sangalo, Ney Matogrosso, Leonardo e Maria Rita cantando juntos. “Vocês são a causa disso tudo. Me colocaram nesse pedestal que eu não mereço. É impossível encontrar palavras para descrever esse momento”, disse para a plateia. Depois, entoou “Ó nóis aqui traveis”, samba do grupo Demônios da Garoa.

Novas internaçõesEm setembro de 2011, Hebe iniciou um novo tratamento contra o câncer, com sessões de quimioterapia preventivas. "Não estou doente, apenas continuo me tratando pra poder ficar com vocês muito tempo ainda", disse. Por conta do retorno ao tratamento, ela havia voltado a perder cabelo e, consequentemente, a usar perucas. "Evidentemente, todo remédio forte causa algum problema. O meu problema é que eu, de novo, fiquei carequinha. Eu não estou careca, mas quase. Então, evidentemente, estou de peruca", afirmou, em comunicado enviado à imprensa. Ela ainda brincou, referindo-se ao ator Reynaldo Gianecchini, que fazia um tratamento contra um câncer no sistema linfático. "Vou sair linda, igual ao Reynaldo Gianecchini”, disse.

Em março de 2012, foi submetida a uma cirurgia de emergência para a retirada de um tumor que causava obstrução intestinal. Muito bem humorada, ela deixou o hospital após 13 dias de internação. “Se vocês pensaram que eu ia embora, eu enganei vocês. Olha eu aqui outra vez”, brincou. Em junho deste ano, foi submetida a uma cirurgia de emergência para retirada da vesícula.

 
G1
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Pesquisa estaria sendo montada em suposto escritório do IBOPE; entrevistado recebe 40 reais pra votar em Cartaxo

Click Monteiro | 10:44 |
Recebi informações de que o Ibope, ou uma terceirização, estaria recrutando "entrevistados" para uma pesquisa que será publicada antes do final da campanha.

Diz minha fonte que um funcionário seu foi recrutado para ir até um escritório em João Pessoa preencher um cadastro, assinalar Luciano Cartaxo como sua opção para prefeito e depois assinar o questionário.

"Ele me disse que sua esposa foi também e que pelo serviço receberam R$ 40,00 cada", denuciou a fonte, que promete me contar onde é o endereço nas próximas horas.

Entenderam? Alguém que tá realizando pesquisa para o Ibope, ou usando o nome do instituto, está comprando intenção de voto, o que é proibido, pois tira a lisura de uma pesquisa e é fraude sujeita as sanções da Legislação Eleitoral.
Pelo que entendi, a suposta empresa estaria "montando uma pesquisa com resultado pré-definido".

Atenção Polícia Federal: aqui em João Pessoa estão fazendo o mesmo que fizeram em Cajazeiras e lá tinha um membro PT envolvido.

É preciso esclarecer se é uma farsa para prejudicar o Ibope ou se é uma fraude para ajudar Luciano Cartaxo.

Perguntar não ofende: porque Nonato Bandeira manda impugnar todas as pesquisa e só deixa de fora Consult e IBOPE?


Blog do Dércio

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Deputados investem na família para conquistar prefeituras da Paraíba

Click Monteiro | 10:31 |
(Imagem da Internet)

Filhos, irmãos e esposas de deputados estão na disputa deste ano.

Cientista político diz que isso é uma característica de clã político.

Nas eleições deste ano sete deputados estaduais estão disputando prefeituras de cinco municípios da Paraíba. No entanto, eles não são os únicos membros da Assembleia Legislativa que estão envolvidos diretamente no pleito. 

Outros 15 parlamentares estão 'investindo' em familiares  na briga pelas administrações municipais. Filhos, irmãos, esposas e outros parentes de deputados são candidatos.

A maior parcela de parentes de parlamentares na disputa de outubro é formada por esposas e esposos. São seis conjugues de deputados estaduais que lutam para se manter ou conquistar as prefeituras municipais. 


Na cidade de Alhandra, por exemplo, a mulher de Branco Mendes (PEN), Gorete Mendes (PSDB), está na disputa par tentar substituir Renato Mendes (DEM), que é sobrinho do deputado.

Em Bayeux, na Grande João Pessoa, a esposa do deputado Domiciano Cabral (DEM), Sara Cabral (DEM), tenta voltar a prefeitura da cidade. No entanto, ela teve a candidatura barrada com base na Lei da Ficha Limpa  e ainda está recorrendo da decisão para participar do pleito. J

á em Guarabira, quem concorre é o ex-prefeito Zenóbio Toscano (PSDB), que é casado com a deputada e também ex-prefeita  Léa Toscano (PSB).

Nas cidades de Areia de Baraúnas e Monteiro as prefeitas Vanderlita Guedes (PSDB), a Dequinha Mineral, e Edna Henrique (PSDB) querem continuar no poder. As duas são casadas respectivamente com Antônio Mineral (PSDB) e João Henrique(DEM). 

Em Pocinhos, a candidata a vice-prefeita Eliane Galdino (PSB) é esposa do deputado Adriano Galdino (PSB), que governou a cidade por três mandatos. Já o prefeito e candidato à reeleição Arthur Galdino (PSDB) é sobrinho do parlamentar.
Outros cinco deputados estaduais têm irmãos no pleito municipal, entre eles está o presidente da Assembleia Legislativa Ricardo Marcelo (PEN) que tem Tarcísio Marcelo (PSB) na disputa em Belém. Em Queimadas, Carlinhos de Tião (PSC), irmão de Doda de Tião (PPL), tenta se reeleger, a mesma situação de Aparecida Rodrigues (DEM) em São José dos Ramos, ela é irmã de João Gonçalves (PEN). Ainda têm irmãos na disputa eleitoral os deputados Tião Gomes (PSL), Paulo Gomes (PRB) em Areia; e Caio Roberto (PR), Bruno Roberto (PR) como vice de Tatiana Medeiros (PMDB) em Campina Grande.

Os deputados Márcio Roberto (PMDB) e Manoel Ludgério (PSD), que está licenciado do cargo exercendo função de secretário de Estado, decidiram investir em seus herdeiros. Jullys Roberto (PMDB) e Anna Ludgério (PSB) concorrem em São Bento e Barra de Santana. Em Araruna quem concorre à reeleição é a mãe da deputada Olenka Maranhão (PMDB), Wilma Maranhão (PMDB), que também é irmã do ex-governador e candidato em João Pessoa José Maranhão (PMDB). Na cidade de Conceição o sobrinho do deputado estadual Wilson Braga (PSD), Alexandre Braga (PDT), tenta a prefeitura e por pouco não se envolve em uma disputa familiar com a tia Vani Braga (PSD) que desistiu da eleição.


Característica de clã  

Para o cientista político Ítalo Fittipaldi as candidaturas de parentes são uma forma que os políticos encontram para manterem fortes os nomes das famílias na vida pública. “Eles começam a incentivar a  participação dos parentes como uma forma de se perpetuarem na política”, afirmou. “É uma característica clânica mesmo. Isso ocorre em todo o país, mas aparece com mais frequência na região Nordeste”, acrescentou o especialista.
 

O cientista ainda afirma que o apoio dos deputados a parentes nas eleições municipais desse ano também pode ser visto como uma estratégia visando as eleições estaduais de 2014. Pois com familiares no comando das prefeituras eles podem viabilizar à reeleição mais facilmente. “É uma forma de se manter com o reduto eleitoral”, afirmou Ítalo Fittipaldi.

Candidatos em cinco cidades


Cinco cidades da Paraíba têm deputados estaduais disputando as prefeituras municipais. Em Campina Grande concorrem Daniella Ribeiro (PP) e Guilherme Almeida (PSC). Sousa tem André Gadelha (PMDB) e Lindolfo Pires (DEM) concorrendo.Luciano Cartaxo (PT) disputa em João Pessoa, Arnaldo Monteiro (PSC) em Esperança e Francisca Motta (PMDB) em Patos.

Jhonathan Oliveira
Do G1 PB
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